A estratégia de ordenamento territorial proposta pelo Plano Diretor Estratégico do Município de São Paulo – PDE, Lei nº 16.050/2014, observando os princípios, diretrizes e objetivos da Política Urbana e as dimensões social, ambiental, imobiliária, econômica e cultural, estrutura-se a partir da divisão do território em áreas homogêneas: as Macroáreas.
A Macroárea de Estruturação Metropolitana – MEM, devido ao seu potencial de transformação, tem papel estratégico na reestruturação do Município e é neste contexto que se insere o Arco Pinheiros – ACP, subsetor da Orla Ferroviária e Fluvial.
Os estudos introdutórios para o Arco Pinheiros, ora apresentados pela Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento – SMUL complementam os estudos já elaborados para os demais subsetores da Orla ferroviária e Fluvial, propostos pelo PDE.
GUARULHOS
OSASCO
Arco Tietê
Arco Leste
Setor Central
Arco Pinheiros
Faria Lima
Arco Tamanduatei
Água Espraiada
Chucri Zaidan
Arco Jurubatuba
SÃO CAETANO
DO SUL
O Decreto n° 56.901 de 29 de março de 2016, disciplinou o Projeto de Intervenção Urbana como processo de estruturação de projetos de interesse público ao reunir e articular os estudos técnicos necessários a promover o ordenamento e a reestruturação urbana em áreas subutilizadas e com potencial de transformação. Este Decreto também definiu os conteúdos do PIU associados a etapas sucessivas, bem como instituiu etapas para a divulgação à população, que poderá acompanhar os estudos e contribuir para a construção de um projeto pactuado entre todos.
Neste sentido, através desta consulta pública são apresentados o diagnóstico socioterritorial e o programa de interesse público, para comentários os quais subsidiarão o desenvolvimento dos estudos do PIU Arco Pinheiros e permitirão entender a expectativa dos munícipes em relação ao futuro desta região da cidade.
O PIU Arco Pinheiros deverá resultar em projeto de lei a ser encaminhado à Câmara Municipal, tratando dos instrumentos de política urbana e de gestão ambiental, nos termos do PDE, para promoção do ordenamento e reestruturação urbana deste território.
PDE LEI nº 16.050/2014
Demarca o Arco Pinheiros dentro do Setor Orla Ferroviária e Fluvial da
Macroárea de Estruturação Metropolitana
Decreto nº 56.901/2016
Regulamenta a elaboração de
Projetos de Intervenção Urbana
PIU ARCO PINHEIROS
DIAGNÓSTICO
PROGRAMA DE
INTERESSE PÚBLICO
1ª CONSULTA PÚBLICA
EM CURSO!
SETEMBRO
2018
DESENVOLVIMENTO DO PIU
Diálogos setoriais.
Sociedade, Assossiações,
ONG’s, Coletivos
Contribuições da
Consulta Pública
Trabalho Intersecretarial
Prefeitura Municipal
VERSÃO COMPLETA DO PIU
AUDIÊNCIA PÚBLICA
2ª CONSULTA PÚBLICA
VERSÃO FINAL DO PIU
PDE LEI nº 16.050/2014
Demarca o Arco Pinheiros dentro
do Setor Orla Ferroviária e Fluvial da Macroárea de Estruturação Metropolitana
Decreto nº 56.901/2016
Regulamenta a elaboração de
Projetos de Intervenção Urbana
PIU ARCO PINHEIROS
DIAGNÓSTICO
PROGRAMA DE
INTERESSE PÚBLICO
1ª CONSULTA PÚBLICA
SETEMBRO
2018
EM CURSO!
DESENVOLVIMENTO DO PIU
Contribuições da
Consulta Pública
Diálogos setoriais.
Sociedade, Assossiações,
ONG’s, Coletivos
Trabalho Intersecretarial
Prefeitura Municipal
VERSÃO COMPLETA DO PIU
AUDIÊNCIA PÚBLICA
2ª CONSULTA PÚBLICA
VERSÃO FINAL DO PIU
A área do Arco Pinheiros compreende a porção mais a oeste do Setor Orla Ferroviária e Fluvial da Macroárea de Estruturação Metropolitana – MEM, definida pelo PDE como local estratégico para a reestruturação da cidade devido à presença dos principais eixos que articulam polos e municípios da Região Metropolitana de São Paulo, além de possuir regiões que passam por intensos processos de mudança dos padrões de uso e ocupação do solo.
Tal caracterização da MEM encontra total aderência no território do Arco Pinheiros, devido à presença de importantes rodovias (Presidente Castelo Branco, Anhanguera e Bandeirantes) no extremo oeste da cidade que impactam diretamente no território em estudo, bem como de áreas industriais que se encontram em transformação e áreas de usos extensivos, como a CEAGESP, para a qual já há estudos de transferência de suas atividades para outros locais.
O território do Arco Pinheiros também é marcado pela presença da Cidade Universitária, implantada por volta dos anos 1940. À época, a iniciativa de se criar um campus universitário afastado do centro urbano tinha como objetivo a busca por condições urbanísticas mais propícias ao conhecimento, e desta forma, após anos de investimentos a Cidade Universitária foi criada sobre a antiga Fazenda Butantã, no meio de uma grande área verde, isolada da cidade e, portanto, de difícil acesso. Condição esta que perdura até os dias de hoje, mesmo se considerarmos a chegada da linha de metrô (linha 4) ao bairro do Butantã e a implantação da Estação de trem da CPTM, Cidade Universitária (linha 9).
No território a oeste da Cidade Universitária encontra-se o parque Tecnológico do Jaguaré, perímetro este definido pelo PDE, cuja antiga ocupação industrial já não apresenta o mesmo grau de intensidade de outros tempos, onde se verifica a presença de áreas ociosas.
Nesta mesma margem do rio, fazendo limite com a ferrovia, localiza-se a Zona Predominantemente Industrial (ZPI) do Jaguaré, onde se concentram indústrias em plena atividade, garantindo diversos empregos.
Na margem oposta do Rio Pinheiros encontra-se a área da CEAGESP, ocupada pela maior rede pública de silos e armazéns gerais do Estado de São Paulo, uso este já incompatível com o desenvolvimento da cidade, sobretudo devido à complexa logística necessária ao desenvolvimento da atividade.
Neste sentido, pode-se dizer que mais de 50% do território do Arco Pinheiros está distribuído em 4 “porções” isoladas, desconectadas e monofuncionais. Estas características não estão alinhadas ao modelo de cidade desejado: a cidade compacta, conectada, sustentável e inclusiva, onde seja possível aproximar o emprego da moradia, através do adensamento planejado, orientado pelo transporte público de alta e média capacidade, onde se promova a recuperação e o resgate de seus recursos naturais, e por fim, onde se promovam novas centralidades com diversidades de usos, serviços e espaços públicos seguros e ativos que favoreçam a interação social.
A presença de um campus universitário de grande importância como a USP, de uma zona industrial voltada a indústrias de alta tecnologia, um parque tecnológico incipiente, empresas de criação e a possibilidade de um futuro polo de pesquisa na gleba CEAGESP corroboram para que o território do Arco Pinheiros transforme-se em um território de inovação, voltado à educação, pesquisa, criação, tecnologia e outros usos associados ao desenvolvimento de novas centralidades de âmbito local.
Desta forma, o grande desafio do PIU do Arco Pinheiros é promover o processo de transformação urbana capaz de contribuir para integrar, articular e reforçar as potencialidades presentes nas diferentes porções do seu território, de modo a assegurar o uso mais coerente e inteligente da cidade, de sua infraestrutura e de seus recursos, perseguindo as estratégias definidas pelo Plano Diretor Estratégico – PDE:
O ACP abrange áreas de 2 Subprefeituras – Lapa e Butantã – e 5 Distritos – Butantã, Jaguaré, Vila Leopoldina e pequenas porções dos territórios dos Distritos de Jaguara e Rio Pequeno.
Jaguara
Barra Funda
Lapa
Vl.
Leopoldina
LAPA
Perdizes
Jaguaré
OSASCO
Rio Pequeno
Butantã
BUTANTÃ
Raposo Tavares
Morumbi
Vl. Sônia
O território do Arco Pinheiros, localizado na região oeste do município de São Paulo, faz divisa com Osasco e possui localização estratégica na confluência dos dois principais eixos de estruturação da metrópole, os rios Pinheiros e Tietê. Seu perímetro delimita uma área de 1.467 ha, sendo que 48% do território apresenta condicionantes específicas no desenvolvimento dos estudos do PIU ACP, correspondendo aos perímetros da Universidade de São Paulo – USP, Instituto de Pesquisas Tecnológicas – IPT, Instituto Butantan, Área de Intervenção Urbana Parque Tecnológico Jaguaré, Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo – CEAGESP e Projeto de Intervenção Urbana Vila Leopoldina Villa Lobos.
ACP
Área Total de 1.467 ha
CEAGESP
Área aprox 63 ha
4% do ACP
PIU VL. LEOPOLDINA
Área aprox 30 ha
2% do ACP
AIU PQ TECNOLOGICO
Área aprox. 100 ha
7% do ACP
USP, IPT, INST. BUTANTAN
Área aprox. 519 ha
35% do ACP
Utilize os botões para selecionar uma das temáticas do diagnóstico realizado.
Os objetivos estabelecidos pelo PDE para a Macroárea de Estruturação Metropolitana, mais especificamente para o Setor Orla Ferroviária e Fluvial, e pelos Planos Regionais das Subprefeituras Butantã e Lapa deverão nortear a construção de um Programa de Interesse Público para o PIU Arco Pinheiros que promova a transformação e qualificação do território, objetivando:
Os estudos desta fase inicial, ora apresentados, trazem os objetivos do projeto de intervenção urbana. Estes objetivos compõem o cenário almejado e foram construídos à luz dos elementos estruturadores do desenvolvimento urbano. A construção deste cenário será buscada por meio da implementação das diretrizes urbanísticas gerais e específicas apresentadas a seguir:
As diretrizes de uso do solo se iniciam com uma diretriz geral que define setores de adensamento construtivo e populacional para o Arco Pinheiros, com base na proximidade da rede de transporte, na presença de projetos colocalizados, no grau de ociosidade dos usos atuais e na função estratégica dos locais perante a unidade de projeto.
Após a definição dos novos setores de adensamento, pela diretriz geral, apresentam-se as diretrizes de uso do solo específicas para cada setor, garantindo a eles diversidade social e econômica.
Tendo em vista as condicionantes citadas acima, percebem-se duas grandes áreas propícias ao adensamento no arco. Uma primeira, o antigo bairro industrial do Jaguaré, devido à presença da Av. Jaguaré, futuro corredor de ônibus, seus terrenos ociosos, a proximidade da USP e a intenção de se implantar um Parque Tecnológico, diretriz do PDE. Outra área importante é o entorno da CEAGESP, devido à proximidade às estações de trem e à Av. Gastão Vidigal, pela ociosidade de algumas porções do território e pelo desejo de transformação da gleba CEAGESP, incentivada pela LPUOS. Tais áreas foram subdivididas em sete setores, cujas diferentes características atuais e propostas formam um mosaico que visa garantir a diversidade do adensamento e de novas sinergias.
A primeira área de adensamento corresponde aproximadamente ao perímetro do Parque Tecnológico do Jaguaré, conforme definido no PDE em seu Quadro 13. Trata-se do antigo bairro industrial do Jaguaré, localizado nas quadras entre a USP, a Comunidade Nova Jaguaré e a Marginal Pinheiros. Para o PIU ACP, o perímetro da área de transformação estende-se, diferentemente daquele do Quadro 13 do PDE, apenas até as quadras lindeiras à Av. Kenkiti Simomoto, uma vez que, para além, existem importantes indústrias em atividade cuja transformação não é oportuna.
Sobre a segunda área de adensamento construtivo e populacional, o entorno da CEAGESP, é possível definir um quadrante com alta probabilidade de transformação que abrange desde a Av. Dr. Gastão Vidigal até o Rio Pinheiros e desde a Av. Mofarrej até o perímetro do PIU Vila Leopoldina-Villa Lobos, quadrante que visa absorver a frente de desenvolvimento imobiliário da Vila Leopoldina, conduzindo-a de modo organizado e comedido em direção ao Rio Pinheiros, garantindo maior equilíbrio social e ambiental e evitando a construção de empreendimentos isolados do contexto urbano.
Além disso, o adensamento dessa área deve considerar, no caso da transferência do entreposto, a possibilidade de utilização do pavilhão da CEAGESP de forma articulada ao projeto, implantando uma centralidade comercial, institucional ou de eventos associada a um sistema de espaços públicos.
É importante, para o reequilíbrio das dinâmicas metropolitanas, que haja um adensamento predominantemente populacional na margem norte do Rio Pinheiros e de postos de trabalho no Jaguaré, o que deverá colaborar para a redução gradativa da necessidade de travessia das pontes.
Essa estratégia de reequilíbrio só pode ter sucesso se o uso predominante pretendido vier acompanhado de outros usos. Dessa forma, em uma escala menor de definição de usos, no interior da área do Jaguaré, foi predefinido (i) um setor com capacidade de adensamento populacional, junto à Av. Jaguaré; outro (ii) oferecendo grande oportunidade para receber usos institucionais e empresas de inovação, nas bordas da USP; e (iii) um terceiro junto à frente do Rio Pinheiros, que poderá receber usos não residenciais nos moldes dos empreendimentos lançados na outra margem. Já no lado norte do rio, as (iv) ruas entre a Av. Mofarrej e a CEAGESP, bem como o (v) perímetro do PIU Vila Leopoldina/Villa Lobos, apresentam-se como grandes eixos ambientais e de verticalização que ligam a Av. Dr. Gastão Vidigal às estações do trem e ao rio, eixos separados pelo setor do entreposto (vi) CEAGESP. Por fim, (vii) a Av. Gastão Vidigal, devido à proximidade do transporte público e à presença de diversas áreas de ZEIS, apresenta-se como um importante território de adensamento capaz de absorver em seu processo de transformação parte da demanda por moradia de interesse social. O principal objetivo dos setores é dar origem a novos bairros dinâmicos economicamente, ambientalmente qualificados e socialmente mais equilibrados.
Cumprindo a importante função de exercer o papel de uma nova centralidade, as quadras centrais do Jaguaré estão voltadas para o futuro corredor de ônibus da avenida de mesmo nome, que também se conecta com a Estação Villa Lobos-Jaguaré do trem. Trata-se de um setor estratégico para receber uma intensificação de usos residenciais, comerciais e de serviços, trazendo dinâmica para esse antigo bairro industrial. Neste setor, devido à presença de lotes subutilizados, de grandes dimensões, representando aproximadamente dois terços de seus terrenos, deve ser incentivada uma transformação com destinações espacialmente predefinidas. A estratégia do ACP é pensar esses parcelamentos em conjunto, de modo que as destinações obrigatórias componham uma rede de espaços públicos e equipamentos articulados e que os usos abrigados pelos edifícios tenham complementaridade e equilíbrio.
Essas possibilidades também promoverão a qualificação da Av. Jaguaré, resgatando o grande eixo central do antigo bairro industrial planejado por Henrique Dumont Villares na década de 1930. Ainda na direção desse resgate, o setor oferece a oportunidade de qualificação dos galpões tombados da antiga Cooperativa Agrícola de Cotia, por meio da promoção de novos usos em seus interiores, associados aos espaços livres do setor.
Este setor é composto pelas quadras lindeiras à Av. Politécnica, onde se encontra o Portão 2 da Cidade Universitária. Conforme as orientações do PDE e devido à presença de instituições de ensino, pesquisa e desenvolvimento públicas e privadas importantes, a potencialidade em abrigar novas empresas de tecnologia é grande. Trata-se da constituição de um bairro que realiza a transição da Cidade Universitária para a cidade, uma nova camada externa à universidade, capaz promover sua abertura. A Av. Escola Politécnica, por exemplo, poderá contemplar novas fachadas ativas, tornando-se o eixo que relaciona a universidade com a cidade.
Nesse setor, devem ser estudados índices moderados de adensamentos, de modo a realizar uma transição morfológica harmoniosa entre a centralidade proposta para o futuro corredor de ônibus da Av. Jaguaré e a USP.
As quadras do Jaguaré que se voltam ao Rio Pinheiros possuem alto potencial de adensamento. Esse perímetro se encontra hoje quase todo murado, fazendo uma frente de aproximadamente 600m de extensão completamente fechada para o Rio Pinheiros. Para reverter essa situação, o projeto procura resgatar a APP do rio, por meio da utilização da frente dos lotes do setor como espaços livres públicos integrados com a rede ambiental proposta. Acredita-se que o uso não residencial é oportuno neste território, em diálogo com a outra margem do rio, onde já existem edifícios corporativos de baixo gabarito.
As ruas Merguenthaler, Xavier Krauss e a Nassib Mofarrej são vias de ligação entre a Av. Dr. Gastão Vidigal e a Estação CEASA do trem, constituindo um grande conjunto de quadras próximas à infraestrutura de transportes com porções ociosas em seu território. É preciso, contudo, melhorar e qualificar estas vias através da implantação de alamedas, de forma a melhorar a acessibilidade às estações e cumprir importantes funções ambientais. Com essas melhorias, poderão ser aplicados a este setor os parâmetros urbanísticos de adensamento de maior intensidade, diversidade de usos e fachada ativa.
O PIU Vila Leopoldina encontra-se hoje em estado avançado de negociação com a Prefeitura de São Paulo. Existem questões importantes a serem garantidas em seu desenvolvimento e detalhamento para se obter uma integração com as estratégias do PIU ACP. Deve-se garantir que as habitações de interesse social sejam implantadas em consonância com as diretrizes do PIU ACP, que o eixo verde central do projeto seja efetivamente público, associado a fachadas ativas, e o uso misto no empreendimento, sem que se torne um condomínio fechado ou monofuncional.
A constituição de um eixo de verticalização transversal ao sistema de transporte e ao Rio Pinheiros está alinhada com outras áreas de projeto ao longo do Setor Orla Ferroviária e Fluvial da MEM (notadamente o Arco Tietê e a OUCAB), contribuindo o ordenamento e construção da paisagem urbana.
Os cenários de desenvolvimento da CEAGESP dependem de diferentes esferas do poder público e vão da permanência total da atual atividade até sua transformação integral, podendo haver inúmeras formas de se transformar esse território.
Na hipótese da transformação integral, o parcelamento da gleba deverá atentar para a implantação de arruamento integrado ao sistema viário existente no seu entorno, contribuindo para o rompimento da barreira representada por esta grande gleba, melhorando a acessibilidade local e promovendo novos espaços públicos que façam a ligação entre a Av. Dr. Gastão Vidigal e a Marg. Pinheiros.
Neste sentido, algumas diretrizes para parcelamento foram estudadas pela SPUrbanismo em sua Nota Técnica referente ao entreposto, publicada em Outubro de 2016.
Destaca-se a relevância do pavilhão central que ostenta atributos de relevo para atividade de mercado de gêneros alimentícios e afins, inclusive associada a outros usos que promovam dinâmica urbana e apoio aos outros usos prospectados para a gleba, a exemplo da criação de um território de inovação.
O setor da Av. Dr. Gastão Vidigal é hoje uma Zona de Estruturação Metropolitana Prevista - ZEMP, cuja liberação para seus lotes de índices de maior adensamento depende da implementação de um futuro corredor de ônibus. A especificidade deste setor é a presença de diversas áreas de ZEIS – 3, o que poderá facilitar a implantação de novos conjuntos habitacionais de interesse social na área, promovendo um adensamento de maior equilíbrio social.
Tendo em vista as necessidades habitacionais de interesse social levantadas no Diagnóstico Socioterritorial, apresentamos as diretrizes para o enfrentamento das questões habitacionais no âmbito do PIU Arco Pinheiros, observadas as diretrizes expostas no Plano Diretor Estratégico – PDE (Lei Municipal nº 16.050/2014), no Plano Municipal de Habitação – PMH (Projeto de Lei nº 619/2016) e nos Planos Regionais das Prefeituras Regionais (Decreto Municipal nº 57.537/2016).
A garantia do direito à moradia digna é dada não somente pelo acesso à unidade habitacional adequada, mas também pela garantia ao acesso à cidade e aos serviços públicos, bem como o usufruto de um ambiente sustentável, conforme definição de Direito à Cidade Sustentável, do Estatuto da Cidade (Lei Federal nº 10.257/2001) e Plano Diretor Estratégico. Assim, os processos de qualificação urbanística de assentamentos precários devem articular as ações habitacionais à provisão de infraestrutura e à recuperação ambiental no território, “e ainda às políticas de promoção da cidadania, de saúde, educação, cultura, assistência social, trabalho e geração de renda, de modo que a dimensão de exclusão socioterritorial possa ser enfrentada de forma mais abrangente” (PMH, Art. 56).
A utilização dos recursos previstos para o enfrentamento das demandas habitacionais de interesse social deverá ser orientada a fim de atender as populações vulneráveis residentes, priorizando a consolidação dos domicílios por meio de ações de regularização fundiária, urbanização dos assentamentos precários, promovendo o reassentamento das famílias removidas dentro do perímetro, sem agravamento da vulnerabilidade urbana e social, respeitados os critérios de priorização de atendimento de SEHAB, de acordo com o art. 25 do PDE (Lei Municipal nº 16.050/2014).
Em casos de deslocamento para implantação das ações do Programa de Intervenções, deverá ser elaborado Plano de Reassentamento prévio, com participação da comunidade envolvida e do Conselho Gestor da ZEIS e, se possível, construir novas unidades habitacionais para atendimento das famílias previamente à remoção, de modo a evitar o dispêndio de recursos públicos com o Programa Auxílio Aluguel.
Tendo em vista sua localização privilegiada no território municipal, as famílias residentes no perímetro do PIU ACP dificilmente encontrarão solução habitacional em região com melhores condições de infraestrutura urbana, proximidade de emprego e acesso à cidade.
Por isto, também é fundamental realizar o atendimento habitacional definitivo das famílias eventualmente removidas dentro do perímetro, priorizando a localização próxima aos locais de origem ou condições de acesso aos serviços públicos semelhantes ou melhores à situação original devendo considerar a seguinte ordem de localização, mediante justificativa técnica: (i) no local (realocação); (ii) no entorno (mesmo setor); (iii) no perímetro do Arco Pinheiros. Caso a caso, poderá ser prevista a solução viável mais adequada às famílias, mediante processo participativo.
Os Planos Regionais das Subprefeituras (Decreto Municipal nº 57.537/2016) identificaram presença de população em situação de rua próximas ao Jaguaré e à CEAGESP, atualmente atendidos por dois equipamentos de assistência social provisórios, instalados em contêineres. Apontam, em seu perímetro identificado como ID 18 (Leopoldina/Jaguaré), diretriz específica de “estudar a viabilidade de criação de albergue feminino e Centro de Atenção Psicossocial - CAPS próximos ao CEAGESP” (PR-LA| ID 18 | LEOPOLDINA/JAGUARÉ, Dec. 57.537/2016).
Para a operacionalização do Serviço de Moradia Social, pode-se prever construção de unidades habitacionais completas e incompletas, para abrigo e/ou residência, em parque imobiliário público, vinculado ao Programa Locação Social (PMH, Art. 16, II; Art. 24) nas duas localidades identificadas como prioritárias no perímetro: Setor CEAGESP e Setor ZDE Jaguaré. Concomitante, devem-se prever recursos para trabalho técnico social e de pós-ocupação para todas as situações de vulnerabilidade social e urbana e famílias de baixa renda impactadas por projetos urbanos.
A provisão de novas unidades habitacionais objetiva atender famílias de baixa renda em duas situações distintas: aquelas removidas de seus domicílios ou as que não têm moradia.
Esta diretriz tem como desdobramentos que apontam para linhas programáticas e ações estratégicas que viabilizem sua efetivação, expostas a seguir:
O poder público tem capacidade limitada de atender às necessidades habitacionais do Município. Assim, é estratégico estabelecer que o atendimento à Cota de Solidariedade originários de empreendimentos dentro do perímetro do Arco Pinheiros seja realizado no mesmo território, preferencialmente no mesmo setor, respeitado o exposto no PDE também para projetos urbanísticos e empreendimentos imobiliários de grande porte em glebas e lotes que estejam sujeitos ao desmembramento, parcelamento ou loteamento.
É preciso garantir o acesso à terra nesta região, para além das ZEIS 1 demarcadas no perímetro, valendo-se das seguintes estratégias:
O enfrentamento da precariedade habitacional e urbana presente nas favelas, loteamentos e conjuntos habitacionais irregulares de baixa renda e nos cortiços, visa qualificar o ambiente urbano e melhorar a qualidade de vida de seus moradores, por meio da Intervenção Integrada em Assentamentos Precários a partir de ações de regularização urbanística e fundiária e de melhorias habitacionais, da promoção do saneamento ambiental, da mobilidade e acessibilidade locais, da provisão de equipamentos e qualificação dos espaços públicos, da implantação de rede de espaços livres, áreas verdes e de parques lineares. O Plano de Urbanização deve contar com o envolvimento dos Conselhos Gestores das ZEIS e tem como ações estratégicas específicas para o território:
Esta diretriz, em consonância com o Art. 12, § 1º, VIII do Plano Diretor Estratégico, tem como objetivo mitigar as situações de fragilidade urbana nas quais populações de baixa renda, pela falta de acesso à moradia, encontram-se em situações de risco de morte. No perímetro, foram identificadas duas áreas com presença de risco geológico e que demandam intervenções públicas:
A melhoria habitacional tem como objetivo oferecer recursos e assessoria técnica especializada (seja ela por promoção pública, por escritórios públicos ou sem fins lucrativos de assessoria técnica, por agentes privados ligados ao setor de reformas ou por meio de subsídio à compra de materiais de construção) prevê sanar a precariedade edilícia dessas moradias, sobretudo as situações insalubres que dizem respeito a iluminação e ventilação, revertendo necessidades de remoções a custos menores do que a produção de uma unidade nova.
Também existe demanda de requalificação de alguns conjuntos habitacionais entregues anteriormente. Assim, é fundamental prever recursos para a requalificação arquitetônica e urbanística, acompanhada de trabalho técnico social.
Apesar do território do Arco Pinheiros estar diretamente conectado à região metropolitana através das marginais, bem como pela ferrovia (implantada no sentido leste-oeste), a dificuldade de acesso tanto internamente como externamente é um dos pontos vulneráveis da região. Neste sentido pode-se dizer que o perímetro carece de conexões no nível local, entre seus diferentes setores, e com demais regiões do município.
Em relação ao transporte de alta e media capacidade, verifica-se a ausência de linhas de metrô que atendam ao perímetro. Apenas a estação Butantã (linha 4) atende parcialmente o território, pois localiza- se aproximadamente a 1km da entrada principal da Cidade Universitária, situada no extremo leste do perímetro do ACP. Além disto, as estações da CPTM presentes no território encontram-se desconectadas do tecido urbano resultando em difícil acesso.
O PIU ACP baseado no princípio do Desenvolvimento Orientado pelo Transporte Sustentável – DOTS, isto é, adensamento construtivo e demográfico junto aos meios de transporte público de média e alta capacidade propõe a melhoria da mobilidade nos diferentes modos de transporte: transporte público, não motorizado e da acessibilidade a pé.
As diretrizes de mobilidade e transporte desdobram-se nos seguintes propostas:
Ampliar e melhorar os acessos, travessias e passeios públicos no entorno das estações de transporte público coletivo de alta capacidade (estações ferroviárias) e incentivar a integração multimodal das estações ferroviárias existentes com outros modos de transporte público e/ou com outros modos de transporte não motorizado.
As soluções deverão ser planejadas de acordo com as especificidades do entorno de cada estação. Na Estação Villa Lobos – Jaguaré deverá ser estudada a implantação de passarela ou a integração de pedestres com a ponte existente. Na Estação Ceasa, deverá ser estudada a implantação de passarela e a reabertura da Rua Hayden (na hipótese de transformação urbanística da gleba CEAGESP). A concretização dessa diretriz passa pela ampliação da rede cicloviária em direção às Estações Imperatriz Leopoldina, Domingos de Moraes e Ceasa, e pela implantação de bicicletários ou paraciclos junto às estações Domingos de Moraes, Imperatriz Leopoldina e Presidente Altino. Passa também pela previsão de áreas para embarque e desembarque de passageiros de outros modos de transporte público coletivo (ônibus) e outros modos de transporte público individual (taxi / carro por aplicativo), por meio da requalificação das vias existentes no entorno das estações.
Revisar leis de alinhamento viário atualmente em vigor e propor novos alinhamentos viários compatíveis com os programas e planos de implantação de corredores de média capacidade.
Programa de Corredores Metropolitanos (EMTU, 2010) e Plano Municipal de Mobilidade Urbana de São Paulo – PlanMob (SMT, 2015), este último em vigor pelo Decreto 56.834/2016, estabelecem uma rede de corredores de transporte de média capacidade que abrangem a cidade e a região metropolitana. No Arco Pinheiros, é proposto um corredor metropolitano no eixo da Av. Corifeu de Azevedo Marques e Av. Vital Brasil; além de corredores municipais no eixo da Av. Escola Politécnica, Av. Jaguaré e Av. Queiroz Filho; no eixo da Av. Dr. Gastão Vidigal e nas vias marginais Tietê e Pinheiros.
As avenidas Corifeu de Azevedo Marques, Vital Brasil, Escola Politécnica, Queiroz Filho e Dr. Gastão Vidigal são cobertas por leis de alinhamento viário atualmente em vigor Como trata-se de antigos alinhamentos propostos, deverão ser analisados, e eventualmente feitas propostas de revisão, de modo que sejam adequados às novas demandas por estruturas urbanas e permitam a implantação da infraestrutura prevista pelas Secretarias / Empresas do Município e do Governo do Estado.
Por outro lado, a Av. Jaguaré e as vias marginais Tietê e Pinheiros estão citadas no Programa de Corredores Metropolitanos (EMTU, 2010) e Plano Municipal de Mobilidade Urbana de São Paulo – PlanMob (SMT, 2015) como vias previstas para a implantação de corredores de transporte coletivo de média capacidade, porém não são cobertas por leis de alinhamento viário em vigor.
Deverá ser analisado o porte e a capacidade dessas vias frente às novas demandas e, se necessário, elaboração de uma proposta de novos alinhamentos viários.
De maneira análoga às vias que receberão infraestrutura de transporte público, deverão ser analisadas as leis de alinhamento viário em vigor nas vias colocalizadas às propostas do PIU e do PDE (Mapa 8), e eventualmente feitas propostas de revisão, bem como a proposta de novos alinhamentos, de modo que sejam adequadas às novas demandas por estruturas urbanas e permitam a implantação das infraestruturas previstas.
Analisar as propostas já realizadas para a implantação de nova travessia sobre o Rio Pinheiros e avaliar a alternativa de melhor compatibilidade com o plano urbanístico.
Uma série de novas transposições foram propostas sobre o Rio Pinheiros na região do ACP. As mais recentes são: ligação entre a Av. Escola Politécnica e a Av. Queirós Filho (Plano Regional da Lapa, 2004), ligação entre a Av. Escola Politécnica e a Marginal Pinheiros (projeto de Operação Urbana Vila Leopoldina, 2005), ligação entre a Av. Alexandre Mackenzie e a R. Hayden (projeto de Operação Urbana Vila Leopoldina, 2005 e nota técnica CEAGESP, 2016), ligação entre a Av. Alexandre Mackenzie e a R. Xavier Kraus (Plano Regional da Lapa, 2016), ligação entre a Av. José Maria da Silva e a R. Aroaba (nota técnica CEAGESP, 2016). Deverá ser analisada a viabilidade de cada uma delas, bem como o detalhamento de proposta de porte e inserção urbana da alternativa escolhida.
Ampliar a rede de ciclovias, ciclofaixas, ciclorrotas e ciclopassarelas, visando principalmente: i) a complementação de trechos atualmente desconectados, ii) a transposição barreiras urbanas e iii) facilitar o acesso à rede de transporte público coletivo de alta capacidade e aos equipamentos públicos existentes e propostos. Além disto, fazer gestão junto aos órgãos responsáveis pela rede de transporte e pelos equipamentos públicos para implantação de bicicletários ou paraciclos, adequados à demanda de cada ponto.
Estudar o complemento da rede cicloviária no bairro Vila Ribeiro de Barros, até a ciclovia existente na Ponte dos Remédios e até o Parque Orlando Villas-Bôas. Estudar a transposição do Rio Pinheiros junto às estações Villa Lobos – Jaguaré, Ceasa e Cidade Universitária e a transposição da ferrovia na região da Estação Imperatriz Leopoldina e/ou do Vd. Miguel Mofarrej e/ou outro ponto ao longo da Av. Mofarrej. Estudar a conexão da rede cicloviária com as estações Imperatriz Leopoldina, Domingos de Moraes e Ceasa e com o CEU Jaguaré.
Priorizar a proposta de bicicletários junto aos nós de conexão da rede de transporte que ainda carecem de integração cicloviária: estações Domingos de Moraes, Imperatriz Leopoldina e Presidente Altino.
Além das melhorias dos passeios públicos no entorno das estações ferroviárias e dos equipamentos públicos existentes e propostos, promover a transposição de barreiras físicas que dificultam a locomoção dos pedestres, por meio de i) requalificação de pontes e viadutos existentes, ii) projeto de novas pontes e viadutos com soluções integradas para a circulação de pedestres, iii) implantação de passarelas articuladas a equipamentos ou estações de transporte.
Estudar melhorias para o caminhamento dos pedestres nas pontes Cidade Universitária e Jaguaré e no Viaduto Miguel Mofarrej. Incorporar soluções adequadas para circulação de pedestres nas propostas para nova ponte sobre o Rio Pinheiros. Estudar passarelas ou ciclopassarelas junto às estações Villa Lobos – Jaguaré, Ceasa e Imperatriz Leopoldina.
A circulação de cargas no Arco Pinheiros apresenta alta concentração em algumas vias e várias medidas de restrição. Deverão ser estudados os cenários de circulação de carga considerando as hipóteses de transformação urbanística da ZOE da CEAGESP e da ZDE do Jaguaré, de acordo com os parâmetros urbanísticos deste PIU.
Ainda que os índices de áreas verdes por habitantes no perímetro do Arco Pinheiros ultrapassem os recomendados pela OMS, a influência da baixa densidade demográfica nos índices e a concentração de áreas verdes no território fazem com que estes números não se reflitam necessariamente em qualidade espacial. Assim, são detectados pontos com elevação da temperatura além de espaços públicos pouco convidativos ao lazer e ao deslocamento não motorizado.
Neste sentido, as diretrizes devem orientar o projeto promovendo ordenamento e reestruturação das áreas subutilizadas, com potencial de transformação, que necessitem de mudança no padrão de uso, recuperação econômica e social, promovendo um processo de transformação da forma mais equilibrada possível, inclusive sob o aspecto ambiental.
A diretriz de qualificação dos espaços públicos e promoção do equilíbrio ambiental e da oferta de equipamentos se desdobra em temas específicos: conectividade, temperatura, drenagem, saneamento ambiental e equipamentos públicos.
A implantação de rede ambiental realiza-se pelo planejamento das soluções de mitigação dos problemas ambientais (como a proposição de arborização para sombreamento) de maneira articulada com os diferentes modais da rede de circulação e seus equipamentos (estações de metrô e trem, pontos de ônibus, etc.), de modo a conectar parques, praças, demais áreas verdes urbanas e equipamentos relevantes (saúde, educação, esporte, etc.), existentes e projetados, por meio de eixos ambientais, qualificadores do espaço e referenciais na paisagem (alamedas e bulevares), incentivando a utilização do espaço público para o lazer e deslocamento não motorizado e disponibilizando caminhos ecológicos para a fauna.
Os bulevares e alamedas são vias arborizadas e equipadas e sua implantação de maneira planejada visa à criação de percursos sombreados, acessíveis e iluminados, como meio de proporcionar maior segurança e conforto ao percurso de pedestres e ciclistas, além de orientar os principais deslocamentos.
Na região delimitada pelo perímetro do ACP atualmente predomina o clima urbano tropical, que apresenta como principal alteração a elevação da temperatura, mais intensa nos trechos de distrito Vila Leopoldina e Jaguaré, regiões ocupadas por extensas áreas onde predominam indústrias, armazéns e áreas ocupadas com elevado índice de impermeabilização do solo.
O aumento da cobertura vegetal em áreas impermeabilizadas objetiva o resgate do clima tropical úmido, natural da região, em lugar do clima urbano tropical predominante após substituição da cobertura natural pela impermeabilização do solo e ocupação de extensas áreas por instalações industriais.
Para tanto, propõe-se a implantação de arborização do sistema viário que promova sombreamento, a abertura e recuperação das áreas de preservação permanente dos córregos que se encontram canalizados, após a descontaminação dos afluentes, bem como a implantação de telhados verdes em galpões industriais e habitações existentes.
A área delimitada pelo perímetro das Ruas Major Paladino, Guaiapa, Carlos Weber, Mergenthaler e Othão, no distrito Vila Leopoldina, é onde se identificam as temperaturas mais elevadas do território. No distrito Jaguaré, além de algumas áreas industriais, identifica-se alta impermeabilização também no núcleo urbanizado Complexo Nova Jaguaré. Portanto, estas são as regiões prioritárias para as ações de resgate do clima.
A impermeabilização do solo provoca enchentes e inundações nas várzeas ocupadas pelo processo de urbanização. Cabe ao Município a contenção das águas pluviais desde o ponto mais elevado das bacias até as várzeas, controlando a vazão na fonte, ou seja, priorizando o armazenamento temporário e a elevação do percentual de áreas permeáveis nos lotes, praças, passeios e canteiros.
Na região delimitada pelo perímetro do ACP há áreas que apresentam inundações, tais como: no distrito Vila Leopoldina identificam-se inundações entre a Av. Nações Unidas e Av. Dr. Gastão Vidigal, na Área de Contribuição Direta de Escoamento Difuso - ACDED Fortunato Ferraz/Belini. Nos distritos de Jaguaré e Butantã identificam-se inundações nas proximidades da Av. Eng. Billings, Av. Jaguaré, e Av. Onofrio Milano, na ACDED Jaguaré/Continental; nas proximidades da raia da USP, na ACDED Jaguaré/Pirajussara e ainda na bacia do Córrego Continental, na Rua Manuel Antonio Portela.
Portanto, há necessidade de implementação de sistemas de armazenamento temporário e controle da vazão de saída das águas pluviais, de modo a atingir a capacidade de vazão do sistema de captação de águas pluviais, atualmente sendo superada pelo excesso de vazão. No caso dos lotes, este controle deverá ser feito através da implantação da “Lei das Piscininhas”, Lei Estadual nº 12.526/2007, nas áreas impermeabilizadas superiores a 500m² ocupadas por instalações industriais e estacionamentos.
Para os espaços públicos as ferramentas possíveis de serem utilizadas são os eixos drenantes e áreas de absorção, locais estratégicos em passeios, rotatórias e canteiros existentes, projetados para promover a infiltração, reter e retardar chegada das águas pluviais ao sistema de captação. No caso específico do Córrego Continental, recomenda-se a incorporação do trecho como área de inundação em parque linear a ser implantado após descontaminação do córrego.
O lançamento de esgoto doméstico é a principal causa da poluição do Rio Pinheiros e de seus afluentes. Outras fontes de poluição existentes são os resíduos sólidos provenientes do viário, a contaminação das indústrias, o transporte e armazenamento de produtos químicos. Após a construção da Represa Billings, o Rio Pinheiros deixou de receber 12 m³/s de água de suas nascentes, passando a ser alimentado somente por 2,67m³/s provenientes de seus afluentes e por 6,9m³/s de esgoto doméstico e industrial. O Rio Pinheiros e seus afluentes apesar de serem classificados como corpos d’água Classe IV (qualidade menos exigente somente para navegação e harmonia paisagística), não atingem o padrão estabelecido.
Como as ações para despoluição e recuperação no Município de São Paulo estão a cargo do Programa Córrego Limpo, parceria entre a Prefeitura do município e a SABESP, as ações do PIU ACP deverão estar compatibilizadas com a implantação deste Programa.
Objetiva-se lastrear o território com uma oferta equilibrada de equipamentos de educação, saúde, cultura e lazer, favorecendo a população residente e atuando como atrativo para o adensamento populacional desejado.
Identificam-se no território lotes com grandes dimensões e potencial de transformação dos usos e ocupação atuais, cuja obrigatoriedade de destinação de áreas públicas em caso de edificação a ser construída ou reformada, nos termos dos artigos 44 e 45 da Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo (Lei Municipal nº 16.402/2016) pode representar a disponibilização de novas áreas verdes e institucionais para provisão de equipamentos.
Para novas ofertas, a definição do perfil do equipamento deverá ser construída em conjunto com as secretarias competentes, considerando a demanda atual identificada no diagnóstico e a demanda futura.
Em relação aos equipamentos de esporte, cultura e lazer, O ACP está situado numa região privilegiada da cidade, sob o ponto de vista cultural, devido à presença da Cidade Universitária da Universidade São Paulo uma das mais importantes do país. Por outro lado, o acesso a esses equipamentos é condicionado às regras de acesso ao campus. Além disto, há considerações em relação à distribuição dos equipamentos pelo território: além da concentração dentro do campus da USP, não há bibliotecas nos distritos Jaguara e Rio Pequeno e nem cinemas e teatros no distrito Rio Pequeno.
Nos distritos do ACP identificam-se áreas verdes com distâncias entre si superiores a 1km e concentradas em extensas áreas. O projeto do ACP deverá introduzir novas áreas verdes nos espaços entre as praças e parques existentes, reduzindo as distâncias para acesso aos mesmos, constituindo um sistema integrados por corredores verdes.
Com a diretriz de recuperação das APPs objetiva-se aumentar a oferta de espaços públicos e reaproximar a população do Rio Pinheiros e Córregos Jaguaré, Pirajuçara e Continental.
A recuperação das APPs dos rios e córregos do ACP pode demandar, dependendo da especificidade do curso d’água e afluentes, a descontaminação das águas, o destamponamento, a recuperação da permeabilidade natural do solo nas margens, a recomposição vegetal e a instalação de equipamentos de lazer e mobilidade. Considerando suas especificidades e representatividade, a confluência dos rios Tietê e Pinheiros, onde se localiza o Complexo Viário Heróis de 1932 (Cebolão) difere-se dos demais trechos no contexto da recuperação ambiental. Se, por um lado, neste trecho o sistema ambiental é fragmentado pela sobreposição com usos extensivos de infraestrutura existentes, por outro, a existência de áreas públicas residuais, a baixa densidade construtiva, e a vinculação institucional da propriedade dos imóveis (EMAE e CTEEP, por exemplo) configuram um potencial para recuperação inclusive além dos limites da APP.
O perímetro do Arco Pinheiros conta com um número considerável de bens tombados dentro do Campus da USP, além do Instituto Butantan, Antiga Cooperativa Agrícola de Cotia e conjunto do Casarão de Henrique Dumont Vilares. Apesar de localizado fora do perímetro, o Mirante do Jaguaré possui área envoltória incidindo sobre o território, além de se configurar como um importante marco referencial na paisagem. Por este motivo, também é considerado integrante do conjunto do patrimônio cultural do ACP.
A diretriz de integração, valorização e preservação dos bens tombados do perímetro do Arco Pinheiros e entorno tem como perspectiva a melhoria da inserção do bem no território por meio da melhoria ao seu acesso e a manutenção das características que lhe conferiram o reconhecimento para o tombamento.
A preservação do patrimônio cultural é necessária à renovação sem destruição da memória que, junto com a cultura, são direitos de cidadania. O passado está integrado ao presente e expressa capacidades humanas, como as de planejar, construir e transformar e expressa formas de conceber e representar o mundo e a sociedade. O tombamento de bens resulta no seu reconhecimento e proteção legal, impedindo que sejam destruídos ou descaracterizados, portanto, é fundamental à sua preservação. Além disto, espera-se a constante valorização, ampliando o fluxo de interações e propiciando a atuação conjunta entre comunidade e administração pública.
A promoção da integração, valorização e preservação do patrimônio cultural existente ao território do Arco Pinheiros realiza-se pela inclusão dos bens tombados inseridos no perímetro e entorno nos planos e projetos, localizando-os, caracterizando-os e estabelecendo diretrizes para os espaços públicos, de modo que tenham sua importância reconhecida e sejam diagnosticados possíveis problemas, despertando a atenção dos diferentes agentes, públicos e privados, à importância do bem e à necessidade de promoção de demais ações de preservação como a proteção física por meio do restauro, readequação, requalificação, conservação e/ou manutenção e utilização adequada e de ações de garantia pleno acesso.
A preservação do patrimônio cultural existente, portanto, não se restringe à proteção legal (tombamento) e proteção física (restauro, readequação, conservação e/ou manutenção e utilização adequada) dos bens de importância reconhecida. Também contempla sua valorização por meio da integração ao território, permitindo o pleno acesso e consequente consolidação.
O Setor 1 – Nova centralidade do Jaguaré – apresenta uma área total de lotes de 224 mil m², da qual 75% é composta por lotes com área superior a 40 mil m². Em função das estratégias de projeto, de tornar este setor uma nova centralidade, com alta densidade populacional e de empregos, associada à Av. Jaguaré e seu futuro corredor, a previsão de transformação foi estipulada em 50% de seus lotes e o Coeficiente de Aproveitamento preliminarmente definido em 4 vezes a área dos lotes. A área utilizada para os estudos iniciais de adensamento deste setor considerou a obrigatoriedade de destinação de áreas públicas quando do parcelamento dos lotes com áreas superiores a 20 mil m². Para efeito do cálculo populacional, estabeleceu-se que 50% da área construída computável deverão receber usos residenciais, o que pode ser considerado um índice relativamente baixo quando comparado ao outro lado do rio. Dessa forma, chegou-se a um número previsto de quase 6mil pessoas que irão habitar este setor, em um horizonte de 30 anos,. Hoje, existem aproximadamente 540 habitantes no setor, resultando em uma densidade atual de 20 hab/ha. A densidade esperada para o horizonte de 30 anos é de aproximadamente 236 hab/ha.
O Setor 2 – Nova frente da USP / Parque Tecnológico do Jaguaré – conta com aproximadamente 600mil m² de área de lote. As diretrizes de transformação desse setor na direção de um Parque Tecnológico implica que seus usos predominantes deverão ser não residenciais. Dessa forma, foi predefinido um Coeficiente de Aproveitamento de 2 vezes a área dos terrenos, coerente com as atividades de pesquisa, tecnologia e inovação, atraindo a tipologia esperada. O uso habitacional é desejado, mas não predominante, e poderá estar associado à provisão de moradia social e estudantil, devido sua proximidade com a USP . Estima-se, para o setor um adensamento de aproximadamente 2.600 habitantes, que somados à população local, de quase 4.000 habitantes, resultará numa população de 6.600 habitantes em 30 anos, dobrando a densidade atual para aproximadamente 85 hab/ha.
O Setor 3 – Nova frente do Rio Pinheiros – conta com aproximadamente 190mil m² da área de lote. É oportuna a transformação deste setor contemplando uma nova frente para o rio, e a constituição de espaços livres a ele relacionados. Foi predefinido um Coeficiente de Aproveitamento preliminar de 2,5 vezes, tendo em vista a tipologia que vem sendo observada na outra margem do rio e o incentivo à sua replicação adaptada a uma nova frente fluvial. O uso residencial foi definido em 20%, um mínimo de usos habitacionais para garantir uso misto e dinâmica ao território. Calcula-se, portanto, um adensamento de mil pessoas para o setor, de modo que resulte em uma densidade de 39 habitantes por hectare.
O Setor 4 – Mofarrej – possui uma área bruta de 490mil m², e uma área de lotes de 395mil m². O Coeficiente de Aproveitamento preliminar, para porções deste setor, foi definido em 4 vezes a área do terreno, tendo em vista que parte de seu perímetro situa-se na área de influência do trem, já definida como ZEM pelo zoneamento atual, e na área de influência do futuro corredor da Av. Dr. Gastão Vidigal, resultando em quase 400mil m² de empreendimentos. Para este setor, deseja-se um adensamento residencial intenso nestas porções, predefinido em 70% de sua área construída computável e resultando em uma adição de 10mil pessoas em 30 anos. Se levarmos em conta a população atual, de aproximadamente 1.800 pessoas, o setor passará de uma densidade de 38 hab/ha para 250 hab/ha. Dessa maneira, o setor constituí-se como uma das áreas de maior adensamento do plano, em consonância com as estratégias de adensamento transversal aos rios Pinheiros e Tietê e nas proximidades do transporte, estratégia já utilizada nos demais territórios da Orla Ferroviária e Fluvial da MEM (Arco Tietê, Operação Urbana Consorciada Água Branca e Arco Jurubatuba).
O PIU deverá conciliar as estratégias de adensamento com as características da economia local, prevendo diretrizes que adiram a morfologia do setor à dos demais em especial da CEAGESP.
O Setor 5 – PIU Vila Leopoldina – Villa Lobos – conta com uma área bruta de 334mil m² e com 264mil m² de lotes. O processo de desenvolvimento do PIU VL-VL contempla um Coeficiente de Aproveitamento médio de 4 vezes a área dos terrenos e uma previsão de adensamento de 9.600 moradores ao final de seu processo de transformação. Somados à população atual, de 1.250 habitantes, o setor contará, dentro de 30 anos, com quase 11mil pessoas, resultando em uma densidade de 325 hab/ha.
O Setor 6 – CEAGESP – possui uma área bruta de 667mil m², contando com 635mil m² de área de lotes. Muito embora sua destinação esteja ainda indefinida, adotou-se um índice médio de 30% de usos residenciais. Assim, prevê-se um adensamento de 13mil pessoas, aproximadamente, podendo variar este número para mais, caso se torne um bairro residencial, ou para menos, caso se transforme em uma universidade, campus universitário ou até mesmo um parque tecnológico, que são algumas das propostas preliminares em estudo. Com esta população futura, atingir-se-ia uma densidade de aproximadamente 206 hab/ha em um território onde hoje não há moradores.
O Setor 7 – Av. Dr. Gastão Vidigal – abrange uma área de 464mil m², com uma área de lotes de 346mil m². Hoje, esta avenida conta com uma faixa exclusiva de ônibus e há previsão para implantação de um corredor de ônibus pelo Plano Diretor Estratégico. Seus lotes lindeiros abrigam inúmeras concessionárias de automóveis, representando alto grau de transformabilidade desse território. Alguns condomínios residenciais verticais estão implantados no setor, como resultado da expansão do mercado imobiliário da Vila Leopoldina. O Coeficiente de Aproveitamento predefinido em 4 vezes a área do terreno depende da implantação do corredor de ônibus, conforme estabelece o zoneamento ao definir uma área de ZEMP nesse setor. Assim como no Setor 4, vizinho a oeste, este setor deve abrigar aproximadamente 70% de usos residenciais em sua área computável. O adensamento populacional previsto para a área, portanto, é de 8mil pessoas em 30 anos, que, somados à população atual, de aproximadamente 4mil habitantes, atingem uma densidade de aproximadamente 260 hab/ha.
Soma-se ao adensamento interno aos setores predefinidos (50mil pessoas previstas para os setores 1 ao 7) o adensamento do restante do perímetro do Arco Pinheiros, cuja previsão é de aproximadamente 20mil pessoas nos 30 anos de horizonte do projeto. Dessa forma, a população adicional prevista para o perímetro é de aproximadamente 70mil pessoas neste mesmo horizonte. Considerando a população atual de 46mil habitantes, a previsão é que o perímetro possuirá aproximadamente 116mil pessoas, atingindo uma densidade de 80 hab/ha para todo o perímetro. As diretrizes ambientais, de mobilidade, de habitação e da base produtiva deverão garantir a qualidade do processo de transformação.
É inerente ao ser humano a insegurança, o desconforto e a ansiedade diante de mudanças e do desconhecido. Assim sendo, a própria divulgação inicial do projeto poderá gerar expectativa, o que evidencia a necessidade de criação de um canal de comunicação com a população eficiente ao longo de todo o processo. Este canal terá o papel de divulgar as propostas, acolher as demandas e construir um projeto pactuado entre a municipalidade e a população moradora do território, mitigando possíveis impactos negativos, como desapropriações decorrentes da implantação do projeto. Contudo decorrerá da implantação do projeto a melhoria do território da intervenção, bem como da qualidade de vida da população que lá reside e trabalha.
Neste sentido os estudos iniciais do projeto de intervenção urbana identificaram e qualificaram de forma sistemática e integrada os impactos ambientais decorrentes das diretrizes propostas para o ACP, considerando-se os meios físico, biótico e socioeconômico.
Inicialmente no período de obras há necessidade da implantação de medidas de prevenção para mitigação tanto dos impactos que atingem os arredores das obras (alterações no trânsito, poeira, ruído e remoção de indivíduos arbóreos), quanto dos impactos que podem contaminar o solo, córregos e rios.
A transformação de áreas ociosas, intensificando o uso do solo, reduzirá os deslocamentos disponibilizando áreas residenciais próximas aos locais de emprego, reduzindo o tempo despendido nas viagens entre emprego e moradia.
A implantação do Programa Habitacional nos perímetros de ZEIS, da aplicação da cota de solidariedade no perímetro do projeto e a priorização aos projetos públicos para atendimento à população moradora em condições de vulnerabilidade social irão proporcionar melhoria de vida para a população de baixa renda, aumento da densidade da população residente com consequente melhoria das condições de segurança.
A implantação de novas áreas verdes, de alamedas e bulevares, a recuperação de APP irão contribuir para melhoria do microclima, redução das áreas de inundação, disponibilidade de micro habitats para a avifauna e acréscimo de áreas verdes de lazer.
A identificação da movimentação de insumos e produtos contribuirá para melhorar a conectividade, a logística e a eficiência das cadeias produtivas, fortalecendo a base da economia local.
A melhoria da acessibilidade obtida através da adequação dos passeios públicos no entorno das estações de transporte coletivo de alta capacidade, ao longo dos corredores de média capacidade, a integração com outros modos de transporte público e o incentivo ao transporte não motorizado, contribuirão para mitigar os impactos decorrentes do aumento da densidade demográfica promovendo incremento da ação do mercado imobiliário e melhoria da qualidade de vida da população;
O monitoramento e controle das intervenções próximas a bens imóveis representativos (tombado, não tombado em processo de tombamento) e implantado Programa de Prospecção Arqueológica Intensivo nos compartimentos ambientais de maior potencial arqueológico inseridos no perímetro do ACP.
De toda forma, a adoção de programas de monitoramento e de mitigação de impactos já faz parte da prática administrativa municipal na implantação de obras e projetos.
A gestão democrática é parte fundamental da democracia participativa e representativa, pactuada entre os entes federativos por meio da Constituição de 1988. Na agenda urbana, a participação popular integrante do Estatuto da Cidade (Lei Federal nº 10.257/2001) se consolida no Plano Diretor Estratégico – PDE (Lei Municipal nº 16.050/2014) por meio do capítulo de Gestão Democrática, que tem por objetivo fortalecer a participação popular nas decisões dos rumos da cidade, em um processo permanente, descentralizado e participativo de planejamento. Ela garante a participação de representantes dos diferentes segmentos da população, diretamente ou por intermédio de associações representativas, nos processos de planejamento e gestão da cidade, de realização de investimentos públicos e na elaboração, implementação e avaliação de planos, programas e projetos de desenvolvimento.
O art. 136 do PDE determina que projetos de intervenção urbana devem estabelecer os “instrumentos para a democratização da gestão da elaboração e implementação dos projetos de intervenção urbana, com mecanismos de participação e controle social”. Ainda, aponta que o Sistema Municipal de Planejamento – ao qual o Plano Diretor e seus instrumentos se inserem – deve assegurar “a participação direta da população em todas as fases de planejamento e gestão democrática da cidade garantindo as instâncias e instrumentos necessários para efetivação da participação da sociedade na tomada de decisões, controle e avaliação da política” (PDE, art. 319).
Para a gestão participativa do PIU Arco Pinheiros, na sua etapa de implantação, propõe-se que ele deve levar em conta ainda as potencialidades de transformação do território por agentes externos e projetos colocalizados. A marcante presença da Universidade de São Paulo e do CEAGESP, do Parque Tecnológico do Jaguaré, definido no quadro 13 do PDE, e do PIU Vila Leopoldina, fruto de manifestação de interesse privado específico para os terrenos do Grupo Votorantim apontam que o perfil dos atores da sociedade civil pode mudar ao longo da gestão do PIU. Além disso, a presença da maior concentração de população vulnerável da Zona Oeste merece atenção especial de modo a equilibrar a correlação de forças que tradicionalmente promovem processos de segregação socioterritorial e expulsão da população de baixa renda à medida que projetos promovem valorização imobiliária.
Sendo assim, o Modelo de Gestão democrática deverá refletir as necessidades específicas da população atualmente residente e trabalhadora, bem como ao perfil de adensamento populacional e de geração de emprego e renda que se pretende com o PIU, garantindo os princípios e diretrizes do PDE e dos documentos técnicos desenvolvidos no âmbito do PIU Arco Pinheiros.
Em acordo com o PDE, é importante também fortalecer a participação descentralizada, sobretudo das prefeituras regionais, instituições atuantes e conselhos já estabelecidos, de forma a promover a articulação multissetorial no território, bem como os órgãos específicos e temáticos, em especial os conselhos gestores de ZEIS, a fim de coordenar e potencializar a transformação do território de maneira inclusiva, democrática, sócio-ambientalmente sustentável, promovendo o direito à moradia digna e à cidade.
A composição do Conselho gestor deverá prever representação paritária entre sociedade civil e demais representantes do setor público, equilibrando os interesses imobiliários e sociais. Criado o Conselho Gestor, caberá à coordenação à Secretaria de Urbanismo e Licenciamento – SMUL, com a participação de órgãos municipais e de entidades representativas da sociedade civil, tendo a competência de instruir e auxiliar a implantação do Programa de Intervenções, monitorar o desenvolvimento e propor programas e estratégias que possam aprimorar o projeto, enquanto que a SP-Urbanismo ficará a cargo de promover a implantação do Programa de Intervenções do PIU-ACP, avaliar a evolução dos processos e poderá contar com a colaboração dos órgãos e entidades municipais para o desempenho de suas funções específicas.
Órgãos municipais
Comunidade Acadêmica
Conselho Municipal
de Habitação
ONGS
Conselhos
Participativos
das Prefeituras
Regionais
Sistema de monitoramento das ações do PIU Arco Pinheiros pela sociedade
Moradores e Trabalhadores da Região
Instituições
Empresariais
Sistema de monitoramento das ações do PIU Arco Pinheiros pela sociedade.
Órgãos municipais
Comunidade Acadêmica
Conselho Municipal
de Habitação
Moradores e Trabalhadores da Região
Conselhos
Participativos
das Prefeituras
Regionais
Instituições
Empresariais
ONGS
Presidência da São Paulo Urbanismo
José Armênio de Brito Cruz
Diretoria de Desenvolvimento
Leonardo Amaral Castro
Arquitetos
Anna Carvalho de Moraes Barros
Daniela Tunes Zilio
Eduardo Tavares de Carvalho
Laísa Bócoli Chamme
Luciana Loureiro
Rafael Giorgi Costa
Sônia da Silva Gonçalves
Engenheiro
Waldir Macho de La Rubia
Tecnólogo
Ana Claudia Rocha Bonfim
Estagiários de Arquitetura
Laís Boni Valieris
Pedro Henrique Aragão Sena
Designer Programador
Thomas Len Yuba
Estagiários de Design
Davi Masayuki Hosogiri
Flávia Lopes Martins Pereira
Não faz sentido colocar corredor de ônibus nas avenidas Professor Fonseca Rodrigues e Pedroso de Moraes sendo que tem um trem que anda paralelo a essas avenidas, capaz de transportar um número muito maior de passageiros. Além disso, o corredor nesses avenidas irá torná-las muito movimentadas perdendo a qualidade urbanística da região onde só tem casas unifamiliares. Verticalizar o setor da Av. Gastão Vidigal ira tornar a região muito adensada perdendo qualidade de vida.
Sempre quando pude, participei de assuntos ligados à comunidade do Bairro do Jaguaré. Estou residindo no bairro desde 1979. Nascido na Vila Leopoldina em 1953 - pois nessa época meus avós criavam animais e forneciam leite. Cresci no bairro de Vila Ipojuca - Lapa e em junho de 1979 comprei o meu primeiro imóvel na Av. Corifeu De Azevedo Marques. Hoje e a oito anos moro em um outro imóvel situado à Rua Caetanópolis, 800 - Parque Continental - Jaguaré. Pelo que eu entendi esse plano será um sistema fluvial usando-se o Rio Pinheiros e o Tietê - auxiliando e ou complementando o sistema viário atual já existente ?
minha pergunta é simples e objetiva, qual o tempo estimado para a obra e quantos milhões serão investidos nela? sei que existem prioridades outras em SÃO PAULO, não que esse projeto não seja tão importante, mas precisamos urgentemente de serviços médicos de excelencia, os hospitais publicos estão sucatiados, é uma pena o que acontece nesse país. Onde o que importa são as grandes obras , e o povo morrendo nas filas dos prontos atendimentos.
Bom dia. Uma importante contribuição para o plano é ampliar os mecanismos de divulgação de forma a que haja maior participação. Nesse sentido, sugiro a divulgação por outros mecanismos, como facebook, por exemplo. Atenciosamente.
No caso do transporte coletivo, a região já é um foco transito nos horários de pico. o metropolitano de São Paulo, na operação de Mobilidade Pública de 2006 previa a entrega das estações Paumari, Bairi, Leopoldina e integração com a Linha esmeralda do Metro linha verde. com entrega destas estações em 2012. eu particularmente continuo a espera da entrega das estações. neste planejamento não vejo a indicação destes intermodais. Não adianta um corredor de onibus, que já existe neste trajeto Heitor Penteado, Cerro Corá , sentido Paulista até o Jaguaré. Se a ideia é implantar habitações para diminuir o deficit habitacional, é necessário também diminuir o déficit em transposte, que é critico nesta região. Também não vi o projeto de melhoria no atendimento e instalações do Pronto Socorro da Lapa, que atende a região, ou será instalado outro posto de atendimento médico especializado? obrigada abraço
A SAAP – Associação dos Amigos de Alto dos Pinheiros, representa um bairro-jardim residencial de baixa densidade, que é vizinho da área delimitada para o Pio Arco Pinheiros promover a transformação e qualificação do território. Apontamos que é essencial a implantação de um plano de mobilidade para absorver a população adicional de 80.000 pessoas prevista em 30 anos nesta área. O Corredor Metropolitano previsto na Gastão Vidigal será estanque uma vez que: 1- Sua continuidade é inviável pois terá alto impacto negativo no bairro Alto dos Pinheiros 2- A Cerro Corá, hoje já é muito sobrecarregada. Será necessário priorizar a linha de Metrô que serve esse setor para viabilizar as transformações propostas.
Gostei da proposta. De fato, a região merece um maior adensamento progressivo, compatível com sua localização privilegiada e acesso ao transporte público. Agora, este de fato precisa ficar mais acessível, com estações mais integradas.
Estamos trabalhando para a implantação do Parque Tecnológico em curto prazo, bem como a integração da região do entorno com equipamentos de inovação em médio prazo. Sentimos a necessidade de melhorar a segurança da Av. Escola Politécnica e do caminho até a estação de trem Villa Lobos Jaguaré. Além disso é necessário facilitar a integração com a estação de trem Villa-Lobos Jaguaré e com o metro Butantã. Sugerimos uma linha de ônibus que conecte diretamente a estação de metrô Butantã, com o Parque Tecnológico e com o entorno do Parque (Av. Escola Politécnica e Av. Jaguaré).
Muito interessante a iniciativa. Ha de prever, uma ponte ligando a Av. DRACENA A VILA LEOPOLDINA pois a Ponte do Jaguaré não suporta o transito dw hoje. Imagina colocando mais prédios em toda esta área.
Qualquer que seja a transformação, mesmo tendo parques próximos, deve ser "amistoso aos olhos e a mente": aumentar ao máximo as áreas verdes e floridas; fazer conexões para pedestres e bicicletas, nas vias, e entre parques e todas as áreas verdes. Arquitetos devem planejar acessos práticos, inclusive pequenas ferrovias para acesso dos produtos no mercado, também acesso para os usuários do mercado.
Os estudantes e professores de engenharia e arquitetura da USP deveria ter como matéria obrigatória fazer estudos e apresentá-los para melhoria da urbanização do Município de São Paulo, como esta matéria em questão.
Criar um grande núcleo com moradias "inteligentes", aproveitando espaços aéreos para a moradia e partes debaixo vazadas para áreas de convivência, essencial para "vínculo afetivos" entre crianças e pessoas, possibilitando tanto as brincadeiras em espaços muito amplos e práticas corporais e atividades físicas. Núcleo escolar para todas as idades, Unidade de saúde, núcleo esportivo com atividades orientadas. Espaços comuns para hortas e pomar comunitários. Biblioteca comum.
É vital a continuação da ciclovia existente na Avenida Jaguaré passando pela ponte do Jaguaré com destino à Lapa (seguindo pela Av. Queiroz Filho), interligando com as ciclovias do Gastao Vidigal e Fonseca Rodrigues e Ceasa. Existem muitos moradores do jaguaré e Rio Pequeno que usam a bicicleta para pegar o trem na Estação Vila Lobos e estão em constante risco por ter que dividir a pista com automóveis, ou ter que disputar espaço com pedestres no passeio da ponte que é muito estreito. Outra ação é ampliar as vagas no bicicletário da estação e permitir o acesso à ciclovia da CPTM pelo Parque Vila Lobos e não somente pela Cidade Universitária.
No geral fico com a impressão que os locais não abrangidos na operação continuarão esquecidos pelo poder público, mas penso que a operação urbana não pode se preocupar somente com a área delimitada e esquecer do seu impacto no entorno, como morador do Jaguaré entendo que o plano deveria pelo menos abranger a requalificação urbana do entorno da área (incluir o restante do bairro) que com certeza será afetada pelas mudanças propostas. O trânsito no Jaguaré já está saturado há pelo menos 15 anos, a inauguração da Av. Escola Politécnica nos anos 90 aliviou bastante o trânsito da região, porém a região teve um crescimento imobiliário muito grande nos anos 2000, e por volta de 2005 o trânsito já estava pior que antes. Somente lembro que o bairro é utilizado por milhares de moradores que procuram acessar a Ponte do Jaguaré e a Marginal Pinheiros na altura da Raia da USP no seu deslocamento diário para o trabalho desde o Rio Pequeno, Vila São Francisco, Parque dos Príncipes, assim como moradores de Osasco e até mesmo motoristas que vem do interior pela Castelo Branco e cruzam o bairro para escapar do trânsito pesado do Cebolão na chegada a São Paulo. Tendo em vista esse cenário concordo com os demais que a solução prioritária que o projeto do ARCO deveria buscar, se não a única solução, seria a extensão da linha 2 - verde do Metrô a partir da estação Vila Madalena (se eu não me engano já foi escavado 1 km de túnel além daquela estação) com ligação com a linha 9 - esmeralda da CPTM, e seguindo até a Av. Escola Politécnica onde deveria ser criado um Terminal de Ônibus Jaguaré/Rio Pequeno que atenderia a região como um todo, isso junto com bicicletários em todas as estações e ampliação das ciclovias com certeza permitirá a redução na quantidade de linhas de ônibus transitando assim como a quantidade de carros que circulam pelas vias da região. As outras solução (corredores de ônibus) não vão alterar em nada a dinâmica de mobilidade das pessoas, pois essas avenidas já contam em boa parte com corredores exclusivos, portanto os corredores não trariam mais pessoas para o uso de transporte público. As ciclovias teriam muito mais utilidade e segurança se por exemplo existisse uma ligação da ciclovia da Politécnica com a ciclovia da Marginal Pinheiros e o Parque Villa-Lobos, e a já falada ligação da ciclovia da Av. Jaguaré com a Ponte do Jaguaré e dali até a Av. Queiroz Filho. Por último um local esquecido aqui no plano do ARCO, só foi lembrado pela necessidade de um bicicletário junto a estação o que estou plenamente de acordo) é o entorno da Estação Presidente Altino (do lado de São Paulo no Parque Continental), ali a prefeitura deveria junto com a SABESP (tem uma estação elevatório ali) CPTM e o Governo do Estado fazer uma completa reorganização do viário urbano local, requalificando a saída do acesso da estação e o entrocamento das Avenidas Antonio de Souza Noscheze, Presidente Altino e Manoel Pedo Pimentel. Além disso faz-se necessário mais linhas de ônibus ligando a estação ao bairro(hoje somente uma linha de ônibus atende essa estação. Com certeza se o local for requalificado e mais opção de transporte público forem oferecidas mais moradores se sentirão seguros para utilizar o modal.
Olá A Nossa Comissão de Estudos da Mobilidade Ciclística da OABSP considera fundamental contemplar neste projeto ciclovias que levem em conta a conectividade das mesmas com os modais de transporte existentes, bem como levando-se em conta a importância da Bicicleta como meio de transporte, conforme estabelece a lei municipal do SICLO, sancionada pelo sr Prefeito Bruno Covas, em abril deste ano. Estamos à disposição para contribuir no que for necessário. a) Aparecido Inácio F de Medeiros Presidente da CEEMC, da OABSP.
Realmente há a necessidade de se fazer uma ponte nova no Jaguaré, mas ela deve desembocar na Alexandre Mackenzie e não na Comunidade do Jaguaré, conforme sugere um dos mapas. Isso vai possibilitar uma nova opção de acesso para a cidade-além-ponte, amenizar os congestionamentos nos arredores da Ponte do Jaguaré, bem como solucionar o problema da demanda reprimida da Estação Ceasa. Uma ponte com uma ciclopassarela inclusa seria muito bem vinda.
O projeto pretende construir habitações de interesse social num local na Av. Imperatriz Leopoldina, onde funcionou por décadas oficinas e garagem da CMTC. O subsolo está contaminado com metais pesados e não consta no projeto a descontaminação desse local. Essa situação é muito grave. A saúde nessa região é precária. Não existem Prontos Socorros, Unidades Básicas de Saúde, etc, em condições de atender a população atualmente. Quais seriam as iniciativas previstas para o aumento da população? Nenhuma.
Concordo com o José Henrique Zerbinatti. A extensão do metrô verde seria de fato transformadora para a região. Aliás, o trânsito deve ser uma preocupação importante nesse projeto de arco. Nesse sentido, deve-se pensar formas de limitar nesse PIU as exigências de vagas e mesmo as áreas não computáveis destinadas ao carro- isso certamente ajuda a tranquilizar os moradores atuais quanto aos aspectos ruins do adensamento proposto. Por outro lado, a região tem uma ótima vocação para o modal cicloviário.
Incentivos de aumento de coeficiente de aproveitamento e redução dos custos de CEPACs para residenciais apropriados para moradia estudantil seriam convenientes para reduzir deslocamentos de estudante da USP para esse tipo de projeto para renda com apoio e infra estrutura de transporte (futura Estação do Metrô) da Avenida Jaguaré e travessas. Favor analisar.
Seria muito importante defender a extensão das linhas de metrô para atender a região da Imperatriz Leopoldina, Ceagesp, Jaguaré, etc. Todos os moradores da região são obrigados a tomar outro tipo de transporte (muitas das vezes o individual) para chegar até a estação mais próxima da Vila Madalena.
Arco Pinheiros é um Piuzão que já contém um Piuzinho (Leopoldina-Vila Lobos) em gestação e pode vir a conter um outro PIU bem considerável: o PIU Ceagesp, já que o a área do entreposto é uma ZOE. Pois bem. A Leopoldina não pode prescindir do ACP como instrumento norteador do desenvolvimento sócio-econômico sustentável. Mas me parece prematuro demais SP Urbanismo lançar agora o Arco Pinheiros, pois não existe definição sobre o PIU Leopoldina-Villa Lobos. Outro problema. Como considerar a ZOE Ceagesp? O ACP aventa a hipótese da saída do entreposto. Mas no Ministério da Agricultura, proprietário do terreno, não existe nenhum projeto solidificado nesse sentido. Então, temos uma indefinição nesta mancha territorial de 700 mil metros quadrados. Senti falta de um qualificação territorial no tocante à vocação futura do Distrito Leopoldina. É um exercício complicado. Ceagesp é grande incógnita. PIU Leopoldina tende a favorecer desenvolvimento da economia criativa conforme sua MIP. Como isso será feito e como isso seria levado em conta no ACP? Com integrar Jardim Humaitá e Leopoldina realidades diferentes de um lado e outro do Viaduto Mofarrej? O que se espera do Humaitá? E a Zepam dos parques Orlado Villas Bôas e Leopoldina-Orlando Villas Bôas? O que é viria a ser essa grande área? Qual o projeto? Enfim. Percebi grandes vazios nessa primeira Consulta.
Comprei um imóvel residencial Residence Quartier Rua Mário Guedes,2 enfrente raia Usp entrada pela v Jaguaré 1600 ( 4 torres residências com 18 andares. Temos muito problemas de acesso ao nosso condomínio Estou ansiosa para o arco do psiu ter sucesso no projetos e o Bairro ser vitalizado Estarei passando o link a todos moradores Somos maiores interessados Grata Sucesso
Concordo com Eduardo Fiora. Tenho falado com um dono de Box do CEAGESP e ele me passou exatamente que não existe nenhuma conversa por parte da CEAGESP em se mudar do local, pois existe um problema com relação ao contrato dos donos de Box (que não prevê caducidade gerando insegurança jurídica para uma remoção forçada) assim como um problema político uma vez que a CEAGESP sendo uma estatal federal acabe sendo utilizada como cabide de empregos por deputados federais do país inteiro, que não tem nenhum incentivo político para abrir mão dessa regalia. A mudança do entreposto depende da aprovação por parte de Brasília, então antes de gastar dinheiro com esse projeto, que eu defendo que deva ser levado para a frente, a prefeitura deveria trabalhar junto ao governo federal para verificar a viabilidade da retirada do entreposto da Vila Leopoldina. Corre-se o riso de ter um projeto maravilhoso, que conte com a participação e colaboração das comunidades impactadas, mas que nunca vá sair do papel caso a saída do CEAGESP do local não se concretize.
Entendo que a área 03 não deveria ficar restrita a apenas usos mistos e não residenciais. A região do Jaguaré é carente de unidades habitacionais residenciais também. Para desenvolvimento da região, é necessário que o uso fique parecido com ZEU, com incentivo à unidades residenciais, NR, estudantis e etc. Entretanto, a outorga deve ser compatível com a realidade do mercado. Valor abusivos não permitirão o desenvolvimento da área. Sugerimos uma outorga 30% mais barata do que aquela aplicada nas áreas ZEU.
deveria haver projeto de reabertura de córregos.
Sou morador do bairro do Jaguaré desde 1979. Nascido na Vila Leopoldina há 61 anos, cresci na Vila Ipojuca, mesclado com a Vila Leopoldina. Meus avós eram criadores de animais e fornecedor de leite, pois entre os animais que criavam tinha também vacas leiteiras. Meu avô foi proprietário da quadra que compreende as ruas: Mergenthaler, Frederico Wolf, Sebastião Bah e Rua Columbos - Vila Leopoldina. Essa região da Zona Oeste de São Paulo, teve em sua existência vários tipos de ocupações. Teve o seu inicio a formação de chacareiros e criadores de animais. Posteriormente acabou virando polo industrial, foi quando apareceu os Moffarejs, que construíram vários galpões e aí então começaram as industrias no local. Com o advento do CEASA na época, hoje o CEAGESP, começou então juntamente com esse advento a degradação do ambiente, surgindo caixotarias, prostíbulos, com isso começou então a ficar um bairro e ou uma zona perigosa com baixa frequência. Hoje o bairro perdendo essas características começou a melhorar a sua frequência. Ótimos aptos. duplex e até mesmo triplex, começaram a levantar o bairro. Hoje começamos então a ter problemas de locomoção, que abrangendo - Jaguaré e bairros integrados então com Vila Leopoldina e bairros também agregados, superpopulacionados, veem dificultando e muito o vai e vem de todos. A ponte do Jaguaré não dá mais conta do fluxo. Eu acredito que uma nova ponte deveria ser feita ligando os dois lados, mais preocupando-se com a vias que acessariam essa nova ponte, porque por exemplo, a ponte do Jaguaré em si não é o problema, más sim os acessos à ela. Então teríamos que fazer um estudo mais aprofundado das vias que acessariam a nova ponte, tanto desse lado do Jaguaré como do outro que poderia ser Vila Leopoldina e ou Vila Lobos. No lado da Vila Leopoldina, hoje com o CEAGESP estaria inviável, pois teríamos ele como obstáculo, talvez com a saída dele, aí sim poderia ser criado outras alternativas. Já do lado do Jaguaré, temos a famosa comunidade do morro do Jaguaré, também impossível o seu remanejamento. Talvez o maior local indicado seria aonde hoje encontra-se a Av. Engenheiro Mackenzie - a av. aonde está a BUNGE. Ela possui um traçado já feito, que não teria que acrescentar muita obra. Acho que o caminho terá que ser esse mesmo, para amenizar-mos o hoje tão complicado congestionamento diário. Vejam tudo isso levando-se em conta a realização de viadutos aéreos, pois temos nesse caminho um rio o Pinheiros. Deveria ser feito algo parecido com as alças que foram efetuadas na região da Anhanguera e Bandeirantes.
Bom dia. Importante termos ciclovia isolada da rua e dos pedestres através da PONTE JAGUARÉ, tanto para quem precisa chegar a estação CPTM Jaguaré bem como, a CICLOVIA DA MARGINAL PINHEIROS (cujo acesso atual só é possível na Ponte Cid. Universitária).
Acho a iniciativa legal, no entanto estão olhando apenas para a questão imobiliária do local. A região têm um trânsito horrível, principalmente nos horários de pico, atravessar a ponte do Jaguaré seja na direção bairro, seja na direção centro é algo CAÓTICO e chega durar 40 min a 1 hora só para atravessar. A Av. Cerró Corá e Av. Jaguaré ficam TRAVADAS. Acredito que ônibus não é a única solução para a região, precisamos de 4 coisas que não estão neste estudo: 1-Nova ponte para travessia entre bairros entre a Av. Alexandre Mackenzie até a Ceagesp; 2-Novo estudo de extensão da linha verde do Metrô, ao invés da linha ser estendida sentido Lapa, a linha verde deveria ir para o Jaguaré, fazer conexão com a linha esmeralda da CPTM na estação Vila Lobos-Jaguaré com estação ou corredor que ligue também ao portão da USP e outra estação no limite do bairro divisa com Osasco ligando ao terminal de ônibus de Osasco e desafogando o trânsito da região; 3-Alargamento da atual Ponte do Jaguaré, visto que 1 faixa já foi perdida para o corredor exclusivo de ônibus e a calçada para pedestre está caindo junto com o corrimão dentro do Rio Pinheiros; 4-Extensão da Av. General Vidal até a Av. Kenkiti Simomoto. A respeito da questão imobiliária, nada foi falado sobre a reurbanização da favela do Jaguaré, que está cada vez mais decadente e com mais e mais barracos construídos de forma irregular até em cima de calçadas e a reurbanização daquele CDHU atrás do Supermercado Carrefour que foi invadido e está com várias construções irregulares dentro do terreno do CDHU, é uma situação horrível e de marginalidade. Outra situação absurda que a Prefeitura e demais órgãos estão tratando com descaso, é a recente construção de barracos próximo ao CDP Pinheiros, e que ninguém venha dizer que se trata de moradia, pois não é. Assisti a construção de cada um deles, e trata-se de um "hotel" para os visitantes do presídio. Não sendo moradia, sendo comércio, precisa urgentemente ser demolido e o dono do terreno multado (se não me engano é da SABESP o terreno). Daqui a pouco aquilo vai se transformar em mais uma favela, temos q agir enquanto não é, é apenas COMÉRCIO. NÃO É MORADIA, quem falar que é, está mentindo. Espero que de fato alguém leia isso, e faça as adaptações necessárias no PIU, se for pra não fazerem nada com os comentários acima, daí definitivamente vivemos num país onde tudo é palhaçada e os governantes são hipócritas mesmo.
Gostaria de pontuar sobre: 1. Modelo de financiamento das obras propostas: Acredito ser de grande importância estabelecer as formas de financiamento das intervenções, bem como cravar um cronograma de investimentos por prioridades 2. Execução das obras de HIS e cicloviárias: Tendo por exemplo as OUCs já existentes e em andamento, é possível notar um descompasso entre as execuções viárias e de infraestrutura urbana e as demais intervenções (HIS, ciclovias, arborização). Sendo assim, e entendendo que as diretrizes propostas para esse PIU, muito se relacionam com as diretrizes propostas nos primórdios das operações urbanas, entendo ser necessário vincular o andamento das obras de interesse social à liberação das demais obras de infraestrutura. 3. Ciclovias e transposições: Apesar do documento citar a transposição das Ptes. Jaguaré e Cid. Universitária, o mapa preliminar não aponta essas conexões através de ciclovias. Vale ressaltar que a OUC Faria Lima já tem como previsão essa execução e a verba necessária, porém tem sofrido grande descaso da prefeitura regional e da secretaria de prefeituras regionais para liberação do edital de execução das mesmas.
Acredito que que a USP deva ser suprida de todos os equipamentos urbanos para que se torne realmente uma cidade universitária. Ter uma linha de metrô que leve os estudantes para dentro do Campus é urgente. Ampliação de moradias dos estudantes e fortalecimento dos hospitais e clínicas de antendimento à população. Também penso que deveria ser um espaço com opções de uso socio/cultural mais amplo, para que toda a população pudesse participar deste espaço de forma sistemática.
Tais objetivos deveriam ser mensuráveis em números: quanto se quer melhorar? Não se faz uma meta sem um norte completamente específico. A base deve ser o diagnóstico já realizado.
Temos um projeto de empreendimento, cujo o objetivo está alinhado com o projeto apresentado na consulta pública. Ou seja, temos interesse em construir nosso centro de pesquisas nessa região. Conforme apontado pelo relatório, a região é servida por varias vias arteriais que fazem ligação com as demais regiões da cidade e principais aeroportos. Tornando uma região potencialmente atrativa e com vocação para pesquisa e desenvolvimento, ainda mais pelo fato de estar no mesmo parque da USP e Butantan. Do exposto, uma sugestão para empreendimento com essa finalidade, seria aumentar o gabarito dessa região, que hoje está em 28 metros de altura e que em caso de construções maiores, necessitam de pagamento de outorga onerosa, que acaba dificultando a aprovação de projetos. Atualmente, temos um outro ponto que tem impacto nos novos empreendimentos, está relacionada a infraestrutura, onde não há uma rede de restaurantes e outros serviços necessário para atendar a polução de escritórios.
- Por meio do mapeamento do PIU Arco Pinheiros pressupõe-se que a Prefeitura está considerando o PIU Vila Leopoldina como aprovado. Mas esse projeto nem mesmo é um projeto de lei. Qual a sustentação urbanística e jurídica para esse caso? - Por qual motivo o PIU Vila Leopoldina não foi incorporado ao PIU Arco Pinheiros (que é mais abrangente)? Não seria um equívoco aprovar um PIU menor em primeiro plano? - Por que foi modificado os eixos verdes previstos inicialmente no PIU Arco Pinheiros que eram muito mais eficazes, apenas para atender o PIU Leopoldina? Não concordamos com isto. - Por que o projeto do PIU Arco Pinheiros não está indicando a presença das áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit? Ao desprezar essas áreas o projeto do PIU Arco Pinheiros está de fato suprimindo +14.000 m2 de área que hoje é ZEIS? - Qual de fato será o futuro do CEAGESP, principal atividade comercial da região? A Prefeitura não teria planos para que o terreno recebesse um polo tecnológico? Por que adensar populacionalmente este trecho sem estudos aprofundados de impacto? - Por qual motivo o PIU Arco Pinheiros não está considerando as áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit, enquanto demarca todas os demais assentamentos precários em laranja?
- Por meio do mapeamento do PIU Arco Pinheiros pressupõe-se que a Prefeitura está considerando o PIU Vila Leopoldina como aprovado. Mas esse projeto nem mesmo é um projeto de lei. Qual a sustentação urbanística e jurídica para esse caso? Por qual motivo o PIU Vila Leopoldina não foi incorporado ao PIU Arco Pinheiros (que é mais abrangente)? Não seria um equívoco aprovar um PIU menor em primeiro plano? - Por que foi modificado os eixos verdes previstos inicialmente no PIU Arco Pinheiros que eram muito mais eficazes, apenas para atender o PIU Leopoldina? Não concordamos com isto. - Por que o projeto do PIU Arco Pinheiros não está indicando a presença das áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit? Ao desprezar essas áreas o projeto do PIU Arco Pinheiros está de fato suprimindo +14.000 m2 de área que hoje é ZEIS? - Qual de fato será o futuro do CEAGESP, principal atividade comercial da região? A Prefeitura não teria planos para que o terreno recebesse um polo tecnológico? Por que adensar populacionalmente este trecho sem estudos aprofundados de impacto? - Por qual motivo o PIU Arco Pinheiros não está considerando as áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit, enquanto demarca todas os demais assentamentos precários em laranja?
- Por meio do mapeamento do PIU Arco Pinheiros pressupõe-se que a Prefeitura está considerando o PIU Vila Leopoldina como aprovado. Mas esse projeto nem mesmo é um projeto de lei. Qual a sustentação urbanística e jurídica para esse caso? Por qual motivo o PIU Vila Leopoldina não foi incorporado ao PIU Arco Pinheiros (que é mais abrangente)? Não seria um equívoco aprovar um PIU menor em primeiro plano? - Por que foi modificado os eixos verdes previstos inicialmente no PIU Arco Pinheiros que eram muito mais eficazes, apenas para atender o PIU Leopoldina? Não concordamos com isto. - Por que o projeto do PIU Arco Pinheiros não está indicando a presença das áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit? Ao desprezar essas áreas o projeto do PIU Arco Pinheiros está de fato suprimindo +14.000 m2 de área que hoje é ZEIS? - Qual de fato será o futuro do CEAGESP, principal atividade comercial da região? A Prefeitura não teria planos para que o terreno recebesse um polo tecnológico? Por que adensar populacionalmente este trecho sem estudos aprofundados de impacto? - Por qual motivo o PIU Arco Pinheiros não está considerando as áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit, enquanto demarca todas os demais assentamentos precários em laranja?
Por meio do mapeamento do PIU Arco Pinheiros pressupõe-se que a Prefeitura está considerando o PIU Vila Leopoldina como aprovado. Mas esse projeto nem mesmo é um projeto de lei. Qual a sustentação urbanística e jurídica para esse caso?
- Por meio do mapeamento do PIU Arco Pinheiros pressupõe-se que a Prefeitura está considerando o PIU Vila Leopoldina como aprovado. Mas esse projeto nem mesmo é um projeto de lei. Qual a sustentação urbanística e jurídica para esse caso? - Por qual motivo o PIU Vila Leopoldina não foi incorporado ao PIU Arco Pinheiros (que é mais abrangente)? Não seria um equívoco aprovar um PIU menor em primeiro plano? - Por que foi modificado os eixos verdes previstos inicialmente no PIU Arco Pinheiros que eram muito mais eficazes, apenas para atender o PIU Leopoldina? Não concordamos com isto. - Por que o projeto do PIU Arco Pinheiros não está indicando a presença das áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit? Ao desprezar essas áreas o projeto do PIU Arco Pinheiros está de fato suprimindo +14.000 m2 de área que hoje é ZEIS? - Qual de fato será o futuro do CEAGESP, principal atividade comercial da região? A Prefeitura não teria planos para que o terreno recebesse um polo tecnológico? Por que adensar populacionalmente este trecho sem estudos aprofundados de impacto? - Por qual motivo o PIU Arco Pinheiros não está considerando as áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit, enquanto demarca todas os demais assentamentos precários em laranja
hoje é ZEIS? - Qual de fato será o futuro do CEAGESP, principal atividade comercial da região? A Prefeitura não teria planos para que o terreno recebesse um polo tecnológico? Por que adensar populacionalmente este trecho sem estudos aprofundados de impacto? - Por qual motivo o PIU Arco Pinheiros não está considerando as áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit, enquanto demarca todas os demais assentamentos precários em laranja
- Qual de fato será o futuro do CEAGESP, principal atividade comercial da região? A Prefeitura não teria planos para que o terreno recebesse um polo tecnológico? Por que adensar populacionalmente este trecho sem estudos aprofundados de impacto? - Por qual motivo o PIU Arco Pinheiros não está considerando as áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit, enquanto demarca todas os demais assentamentos precários em laranja?
Por meio do mapeamento do PIU Arco Pinheiros pressupoe-se que a Prefeitura está considerando o PIU Vila Leopoldina como aprovado. Mas esse projeto nem mesmo é um projeto de lei. Qual a sustentaçao urbanística e jurídica para esse caso? Por qual motivo o PIU Vila Leopoldina nao foi incorporado ao PIU Arco Pinheiros (que é mais abrangente)? Nao seria um equívoco aprovar um PIU menor em primeiro plano? Por que foi modificado os eixos previstos inicialmente no PIU Arco Pinheiros que eram muito mais eficazes, apenas para atender o PIU Leopoldina?
Também quero saber qual de fato será o futuro do CEAGESP, principal atividade comercial da região? A prefeitura não teria planos para que o terreno recebesse um polo tecnológico? Por que adensar populacionalmente este trecho sem estudos aprofundados de impacto?
A Sociedade Moradores do Butantã City, apoiada por moradores da City Butantã, manifesta-se contrariamente ao PIU Arco Pinheiros mais especificamente com relação às alterações dos parâmetros de ocupação do solo na Cidade Universitária e na Rua Alvarenga, porquanto essas intervenções contrariam flagrantemente a diretriz do inciso IV, do parágrafo 1º, do art. 136 do PDE, na medida em que não melhorarão mas piorarão as condições ambientais locais e da cidade, significando claro retrocesso ambiental. A Cidade Universitária e a ZER City Butantã que lhe é lindeira, cujo perímetro se inicia exatamente na Rua Alvarenga, com as características que têm, prestam relevantes serviços ambientais à cidade: a) mitigando os efeitos das suas ilhas de calor; b) permitindo a ação dos ventos na dispersão dos poluentes, agindo em favor das condições de saúde na cidade, sobretudo na prevenção de doenças respiratórias, cardíacas e mentais. Nessas duas áreas pede-se a manutenção dos atuais parâmetros de ocupação do solo.
- Por meio do mapeamento do PIU Arco Pinheiros pressupõe-se que a Prefeitura está considerando o PIU Vila Leopoldina como aprovado. Mas esse projeto nem mesmo é um projeto de lei. Qual a sustentação urbanística e jurídica para esse caso? - Por qual motivo o PIU Vila Leopoldina não foi incorporado ao PIU Arco Pinheiros (que é mais abrangente)? Não seria um equívoco aprovar um PIU menor em primeiro plano? - Por que foi modificado os eixos verdes previstos inicialmente no PIU Arco Pinheiros que eram muito mais eficazes, apenas para atender o PIU Leopoldina? Não concordamos com isto. - Por que o projeto do PIU Arco Pinheiros não está indicando a presença das áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit? Ao desprezar essas áreas o projeto do PIU Arco Pinheiros está de fato suprimindo +14.000 m2 de área que hoje é ZEIS? - Qual de fato será o futuro do CEAGESP, principal atividade comercial da região? A Prefeitura não teria planos para que o terreno recebesse um polo tecnológico? Por que adensar populacionalmente este trecho sem estudos aprofundados de impacto? - Por qual motivo o PIU Arco Pinheiros não está considerando as áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit, enquanto demarca todas os demais assentamentos precários em laranja?
- Por meio do mapeamento do PIU Arco Pinheiros pressupõe-se que a Prefeitura está considerando o PIU Vila Leopoldina como aprovado. Mas esse projeto nem mesmo é um projeto de lei. Qual a sustentação urbanística e jurídica para esse caso? - Por qual motivo o PIU Vila Leopoldina não foi incorporado ao PIU Arco Pinheiros (que é mais abrangente)? Não seria um equívoco aprovar um PIU menor em primeiro plano? - Por que foi modificado os eixos verdes previstos inicialmente no PIU Arco Pinheiros que eram muito mais eficazes, apenas para atender o PIU Leopoldina? Não concordamos com isto. - Por que o projeto do PIU Arco Pinheiros não está indicando a presença das áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit? Ao desprezar essas áreas o projeto do PIU Arco Pinheiros está de fato suprimindo +14.000 m2 de área que hoje é ZEIS? - Qual de fato será o futuro do CEAGESP, principal atividade comercial da região? A Prefeitura não teria planos para que o terreno recebesse um polo tecnológico? Por que adensar populacionalmente este trecho sem estudos aprofundados de impacto?
- Por meio do mapeamento do PIU Arco Pinheiros pressupõe-se que a Prefeitura está considerando o PIU Vila Leopoldina como aprovado. Mas esse projeto nem mesmo é um projeto de lei. Qual a sustentação urbanística e jurídica para esse caso? - Por qual motivo o PIU Vila Leopoldina não foi incorporado ao PIU Arco Pinheiros (que é mais abrangente)? Não seria um equívoco aprovar um PIU menor em primeiro plano? - Por que foi modificado os eixos verdes previstos inicialmente no PIU Arco Pinheiros que eram muito mais eficazes, apenas para atender o PIU Leopoldina? Não concordamos com isto. - Por que o projeto do PIU Arco Pinheiros não está indicando a presença das áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit? Ao desprezar essas áreas o projeto do PIU Arco Pinheiros está de fato suprimindo +14.000 m2 de área que hoje é ZEIS? - Qual de fato será o futuro do CEAGESP, principal atividade comercial da região? A Prefeitura não teria planos para que o terreno recebesse um polo tecnológico? Por que adensar populacionalmente este trecho sem estudos aprofundados de impacto? - Por qual motivo o PIU Arco Pinheiros não está considerando as áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit, enquanto demarca todas os demais assentamentos precários em laranja?
Qual o Futuro da CEAGESP, teremos o Parque Tecnológico, conforme projeto apresentado pelo Ex Prefeito e Governador Eleito João Doria? Por qual motivo o PIU DE ARCO DE PINHEIRO não considerar nas ZEIS as favela da Linha, do 9 e Madeirit? O porque tiraram os eixos verdes do Projeto?
- Por meio do mapeamento do PIU Arco Pinheiros pressupõe-se que a Prefeitura está considerando o PIU Vila Leopoldina como aprovado. Mas esse projeto nem mesmo é um projeto de lei. Qual a sustentação urbanística e jurídica para esse caso? - Por qual motivo o PIU Vila Leopoldina não foi incorporado ao PIU Arco Pinheiros (que é mais abrangente)? Não seria um equívoco aprovar um PIU menor em primeiro plano? - Por que foi modificado os eixos verdes previstos inicialmente no PIU Arco Pinheiros que eram muito mais eficazes, apenas para atender o PIU Leopoldina? Não concordamos com isto. - Por que o projeto do PIU Arco Pinheiros não está indicando a presença das áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit? Ao desprezar essas áreas o projeto do PIU Arco Pinheiros está de fato suprimindo +14.000 m2 de área que hoje é ZEIS? - Qual de fato será o futuro do CEAGESP, principal atividade comercial da região? A Prefeitura não teria planos para que o terreno recebesse um polo tecnológico? Por que adensar populacionalmente este trecho sem estudos aprofundados de impacto? - Por qual motivo o PIU Arco Pinheiros não está considerando as áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit, enquanto demarca todas os demais assentamentos precários em laranja?
- Qual de fato será o futuro do CEAGESP, principal atividade comercial da região? A Prefeitura não teria planos para que o terreno recebesse um polo tecnológico? Por que adensar populacionalmente este trecho sem estudos aprofundados de impacto?
- Por que foi modificado os eixos verdes previstos inicialmente no PIU Arco Pinheiros que eram muito mais eficazes, apenas para atender o PIU Leopoldina? Não concordamos com isto
Por meio do mapeamento do PIU Arco Pinheiros pressupõe-se que a Prefeitura está considerando o PIU Vila Leopoldina como aprovado. Mas esse projeto nem mesmo é um projeto de lei. Qual a sustentação urbanística e jurídica para esse caso? Por qual motivo o PIU Arco Pinheiros não está considerando as áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit, enquanto demarca todas os demais assentamentos precários em laranja?
Não concordo com esta construções de proporções descomunais pois a estrutura de rede elétrica, rede esgotos, vias de acessos e estacionamento. Todos os projeto com construções de edifício deveriam ser limitados a prédio com 4 andares para evitar transtorno para empresas e moradores locais. A região necessita de áreas verde para o bem estar da população, todo o projeto deveria ser repensado.
O que está em jogo São interesses imobiliários milionários da Votorantim que perdeu seus terrenos por invasões há várias décadas. Tal projeto de reurbanização apenas contempla uma parte dos desalojados "jogando" os demais para dentro da Vila Leopoldina em terreno contaminado promovendo o adensamento populacional. Enquanto isso o problema maior que é o da urbanização e recolocação das famílias será resolvido em partes, porque irá levar essas pessoas para a parte mais cara do bairro onde os preços praticados são abusivos. Tal projeto tampouco irá promover a melhora nos acessos ao Ceagesp e seus buzinaços de madrugada.
Não consegui entender o porquê do PIU Vila Leopoldina não ter sido incorporado ao PIU Arco Pinheiros que trata da região como um todo. mais abrangente) por que vocês estão tratando não somente como assuntos separados como deram prioridade a um em detrimento do outro? A única resposta plausível para mim é o interesse de uma incorporadora que certamente irá lucrar bastante com isso. Outra coisa, estão tratando o PIU Leopoldina como aprovado, mas sabemos que não foi e não é a única opção viável, aliás é a menos interessante tanto para os moradores da região quanto para a comunidade que será realocada... mais uma vez fica evidente o interesse o jogo de interesses. E já sabendo da saída do CEAGESP, gostaria de saber como estas famílias que tiram seu sustento de lá irão sobreviver? Por fim, vejo que foi modificado os eixos verdes previstos inicialmente no PIU Arco Pinheiros que eram muito mais eficazes, apenas para atender o PIU Leopoldina? Não concordamos com isto.
Qual o futuro da CEAGESP, principal atividade comercial da região? A PMSP não tem planos para que o terreno receba um polo tecnológico? Me parece uma proposta superficial, sem estudos aprofundados de impacto de adensamento populacional, com assentamentos precários de áreas delimitadas como ZEIS? Não faz sentido colocar corredor de ônibus nas avenidas Professor Fonseca Rodrigues e Pedroso de Moraes, um corredor nesses avenidas irá torná-las muito movimentadas perdendo a qualidade urbanística da região onde só tem casas unifamiliares. Verticalizar o setor da Av. Gastão Vidigal ira tornar a região muito adensada perdendo qualidade de vida. E os eixos verdes previstos inicialmente? Qual a razão de não incorporar o PIU Leopoldina ao PIU Pinheiros, muito mais abrangente? Enfim, me parece que o PIU Pinheiros está sem sustentação assim como o PIU Leopoldina.
Por meio do mapeamento PIU arconpinheiros a Prefeitura está assumindo que o mesmo já se encontra devidamente aprovado. O fato é que nem projeto de lei ele é. Portanto com que base jurídica o mesmo esta sendo apreciado?
Não concordo com a exclusão das comunidades da região – Favelas da Linha Nove e assentamentos precários do Cingapura Madeirit, pois o projeto PIU Arco Pinheiros não as indica como áreas sujeitas à reurbanização e requalificação, como se não existissem no mapa. As pessoas moram lá a mais de 50 anos e já tem diretos garantidos pelo terreno, não podem simplesmente ser transferidas para outras áreas. Outra contradição desse projeto é que o Governo Municipal, através de diversas declarações à imprensa, sinalizou com um polo tecnológico no lugar do CEAGESP, no entanto, o projeto do PIU Arco Pinheiros apresenta uma proposta de polo tecnológico que ficaria instalado do outro lado do Rio Pinheiros, dando lugar a grande adensamento populacional no CEAGESP. No meu ponto de vista os moradores que estão lá, tem o direito de permanecer e ainda ser contempla com esse polo tecnológico, para usufruir dos benefícios,
- Qual de fato será o futuro do CEAGESP, principal atividade comercial da região? A Prefeitura não teria planos para que o terreno recebesse um polo tecnológico? Por que adensar populacionalmente este trecho sem estudos aprofundados de impacto?
É necessário levarmos em conta a infraestrutura. Ñ há transportes públicos suficiente, n há escolas públicas suficientes, n há supermercados populares. Primeiro tem q haver condições basicas p quem JA mora aqui e depois podem pensar em trazer outras pessoas.
Entre erros e acertos do projeto me chama a atenção que o PIU Leopoldina ainda está em discussão, portanto não foi aprovado, mas aqui é mencionado como tal. Sem a participação de TODA a comunidade não me parece que o PIU Arco de Pinheiros terá sua legitimidade garantida. A essência do sucesso desse tipo de projeto é garantir que a maioria da população envolvida tenha eco nas decisões. Abaixo mais comentários técnicos levantados com um grupo de moradores envolvidos no PIU Leopoldina que podem melhorar a reflexão dos demais envolvidos: - Por meio do mapeamento do PIU Arco Pinheiros pressupõe-se que a Prefeitura está considerando o PIU Vila Leopoldina como aprovado. Mas esse projeto nem mesmo é um projeto de lei. Qual a sustentação urbanística e jurídica para esse caso? - Por qual motivo o PIU Vila Leopoldina não foi incorporado ao PIU Arco Pinheiros (que é mais abrangente)? Não seria um equívoco aprovar um PIU menor em primeiro plano? - Por que foi modificado os eixos verdes previstos inicialmente no PIU Arco Pinheiros que eram muito mais eficazes, apenas para atender o PIU Leopoldina? Não concordamos com isto. - Por que o projeto do PIU Arco Pinheiros não está indicando a presença das áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit? Ao desprezar essas áreas o projeto do PIU Arco Pinheiros está de fato suprimindo +14.000 m2 de área que hoje é ZEIS? - Qual de fato será o futuro do CEAGESP, principal atividade comercial da região? A Prefeitura não teria planos para que o terreno recebesse um polo tecnológico? Por que adensar populacionalmente este trecho sem estudos aprofundados de impacto? - Por qual motivo o PIU Arco Pinheiros não está considerando as áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit, enquanto demarca todas os demais assentamentos precários em laranja?
- Por que o projeto do PIU Arco Pinheiros não está indicando a presença das áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit? Ao desprezar essas áreas o projeto do PIU Arco Pinheiros está de fato suprimindo +14.000 m2 de área que hoje é ZEIS?
- Por meio do mapeamento do PIU Arco Pinheiros pressupõe-se que a Prefeitura está considerando o PIU Vila Leopoldina como aprovado. Mas esse projeto nem mesmo é um projeto de lei. Qual a sustentação urbanística e jurídica para esse caso? - Por qual motivo o PIU Vila Leopoldina não foi incorporado ao PIU Arco Pinheiros (que é mais abrangente)? Não seria um equívoco aprovar um PIU menor em primeiro plano? - Por que foi modificado os eixos verdes previstos inicialmente no PIU Arco Pinheiros que eram muito mais eficazes, apenas para atender o PIU Leopoldina? Não concordamos com isto. - Por que o projeto do PIU Arco Pinheiros não está indicando a presença das áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit? Ao desprezar essas áreas o projeto do PIU Arco Pinheiros está de fato suprimindo +14.000 m2 de área que hoje é ZEIS? - Qual de fato será o futuro do CEAGESP, principal atividade comercial da região? A Prefeitura não teria planos para que o terreno recebesse um polo tecnológico? Por que adensar populacionalmente este trecho sem estudos aprofundados de impacto? - Por qual motivo o PIU Arco Pinheiros não está considerando as áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit, enquanto demarca todas os demais assentamentos precários em laranja?
Por meio do mapeamento do PIU Arco Pinheiros pressupõe-se que a Prefeitura está considerando o PIU Vila Leopoldina como aprovado. Mas esse projeto nem mesmo é um projeto de lei. Qual a sustentação urbanística e jurídica para esse caso?
-Por meio de mapeamento do PIU Arco Pinheiros pressupõe-se que a prefeitura está considerando o PIU Vila Leopoldina como aprovado. Mas esse projeto nem mesmo é um projeto de lei. Qual a sustentação urbanística e jurídica para esse caso?
- Por meio do mapeamento do PIU Arco Pinheiros pressupõe-se que a Prefeitura está considerando o PIU Vila Leopoldina como aprovado. Mas esse projeto nem mesmo é um projeto de lei. Qual a sustentação urbanística e jurídica para esse caso? - Por qual motivo o PIU Vila Leopoldina não foi incorporado ao PIU Arco Pinheiros (que é mais abrangente)? Não seria um equívoco aprovar um PIU menor em primeiro plano? - Por que foi modificado os eixos verdes previstos inicialmente no PIU Arco Pinheiros que eram muito mais eficazes, apenas para atender o PIU Leopoldina? Não concordamos com isto. - Por que o projeto do PIU Arco Pinheiros não está indicando a presença das áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit? Ao desprezar essas áreas o projeto do PIU Arco Pinheiros está de fato suprimindo +14.000 m2 de área que hoje é ZEIS? - Qual de fato será o futuro do CEAGESP, principal atividade comercial da região? A Prefeitura não teria planos para que o terreno recebesse um polo tecnológico? Por que adensar populacionalmente este trecho sem estudos aprofundados de impacto? - Por qual motivo o PIU Arco Pinheiros não está considerando as áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit, enquanto demarca todas os demais assentamentos precários em laranja??
Por meio do mapeamento do PIU Arco Pinheiros pressupõe-se que a Prefeitura está considerando o PIU Vila Leopoldina como aprovado. Mas esse projeto nem mesmo é um projeto de lei. Qual a sustentação urbanística e jurídica para esse caso?
Por qual motivo o PIU Vila Leopoldina não foi incorporado ao PIU Arco Pinheiros (que é mais abrangente)? Não seria um equívoco aprovar um PIU menor em primeiro plano?
Por que foi modificado os eixos verdes previstos inicialmente no PIU Arco Pinheiros que eram muito mais eficazes, apenas para atender o PIU Leopoldina? Não concordamos com isto.
Por que o projeto do PIU Arco Pinheiros não está indicando a presença das áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit? Ao desprezar essas áreas o projeto do PIU Arco Pinheiros está de fato suprimindo +14.000 m2 de área que hoje é ZEIS?
Por que o PIU Arco Pinheiros não está considerando as áreas de ZEIS das comunidades da linha e do nove e do cingapura Madeirit? São mais de 14.000 m² de área ZEIS suprimidos. Parece que consideram o PIU Vila Leopoldina, que ainda nem é projeto de lei, como aprovado. Poderiam ter incorporado essa intervenção menor (PIU Vila Leopoldina) já ao projeto maior do PIU Arco de Pinheiros. Agora o projeto maior não se relaciona a realidade urbanística atual.
Qual de fato será o futuro do CEAGESP, principal atividade comercial da região? A Prefeitura não teria planos para que o terreno recebesse um polo tecnológico? Por que adensar populacionalmente este trecho sem estudos aprofundados de impacto?
Por qual motivo o PIU Arco Pinheiros não está considerando as áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit, enquanto demarca todas os demais assentamentos precários em laranja?
Não concordo com o PIU Leopoldina, que aliás nem está aprovado e nem mesmo é um projeto de lei. Qual a sustentação urbanística e jurídica para esse caso? - Por qual motivo o PIU Vila Leopoldina não foi incorporado ao PIU Arco Pinheiros (que é mais abrangente)? Não seria um equívoco aprovar um PIU menor em primeiro plano? - Por que foram modificados os eixos verdes previstos inicialmente no PIU Arco Pinheiros que eram muito mais eficazes, apenas para atender o PIU Leopoldina? Não concordo com isto. - Por que o projeto do PIU Arco Pinheiros não está indicando a presença das áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit? Ao desprezar essas áreas o projeto do PIU Arco Pinheiros está de fato suprimindo +14.000 m2 de área que hoje é ZEIS? - Qual de fato será o futuro do CEAGESP, principal atividade comercial da região? A Prefeitura não teria planos para que o terreno recebesse um polo tecnológico? Por que adensar populacionalmente este trecho sem estudos aprofundados de impacto? - Por qual motivo o PIU Arco Pinheiros não está considerando as áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit, enquanto demarca todas os demais assentamentos precários em laranja?
- Por meio do mapeamento do PIU Arco Pinheiros pressupõe-se que a Prefeitura está considerando o PIU Vila Leopoldina como aprovado. Mas esse projeto nem mesmo é um projeto de lei. Qual a sustentação urbanística e jurídica para esse caso? - Por qual motivo o PIU Vila Leopoldina não foi incorporado ao PIU Arco Pinheiros (que é mais abrangente)? Não seria um equívoco aprovar um PIU menor em primeiro plano? - Por que foi modificado os eixos verdes previstos inicialmente no PIU Arco Pinheiros que eram muito mais eficazes, apenas para atender o PIU Leopoldina? Não concordamos com isto. - Por que o projeto do PIU Arco Pinheiros não está indicando a presença das áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit? Ao desprezar essas áreas o projeto do PIU Arco Pinheiros está de fato suprimindo +14.000 m2 de área que hoje é ZEIS?
Qual de fato será o futuro do CEAGESP, principal atividade comercial da região? A Prefeitura não teria planos para que o terreno recebesse um polo tecnológico? Por que adensar populacionalmente este trecho sem estudos aprofundados de impacto?
- Por meio do mapeamento do PIU Arco Pinheiros pressupõe-se que a Prefeitura está considerando o PIU Vila Leopoldina como aprovado. Mas esse projeto nem mesmo é um projeto de lei. Qual a sustentação urbanística e jurídica para esse caso? - Por qual motivo o PIU Vila Leopoldina não foi incorporado ao PIU Arco Pinheiros (que é mais abrangente)? Não seria um equívoco aprovar um PIU menor em primeiro plano? - Por que foi modificado os eixos verdes previstos inicialmente no PIU Arco Pinheiros que eram muito mais eficazes, apenas para atender o PIU Leopoldina? Não concordamos com isto. - Por que o projeto do PIU Arco Pinheiros não está indicando a presença das áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit? Ao desprezar essas áreas o projeto do PIU Arco Pinheiros está de fato suprimindo +14.000 m2 de área que hoje é ZEIS? - Qual de fato será o futuro do CEAGESP, principal atividade comercial da região? A Prefeitura não teria planos para que o terreno recebesse um polo tecnológico? Por que adensar populacionalmente este trecho sem estudos aprofundados de impacto? - Por qual motivo o PIU Arco Pinheiros não está considerando as áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit, enquanto demarca todas os demais assentamentos precários em laranja?
- Por meio do mapeamento do PIU Arco Pinheiros pressupõe-se que a Prefeitura está considerando o PIU Vila Leopoldina como aprovado. Mas esse projeto nem mesmo é um projeto de lei. Qual a sustentação urbanística e jurídica para esse caso? - Por qual motivo o PIU Vila Leopoldina não foi incorporado ao PIU Arco Pinheiros (que é mais abrangente)? Não seria um equívoco aprovar um PIU menor em primeiro plano? - Por que foi modificado os eixos verdes previstos inicialmente no PIU Arco Pinheiros que eram muito mais eficazes, apenas para atender o PIU Leopoldina? Não concordamos com isto. - Por que o projeto do PIU Arco Pinheiros não está indicando a presença das áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit? Ao desprezar essas áreas o projeto do PIU Arco Pinheiros está de fato suprimindo +14.000 m2 de área que hoje é ZEIS? - Qual será o futuro do CEAGESP, principal atividade comercial da região? A Prefeitura não teria planos para que o terreno recebesse um polo Tecnológico? Por que adensar populacionalmente este trecho sem estudos aprofundados de impacto? - Por qual motivo o PIU Arco Pinheiros não está considerando as áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit, enquanto demarca todas os demais assentamentos precários em laranja?
- Por que foi modificado os eixos verdes previstos inicialmente no PIU Arco Pinheiros que eram muito mais eficazes, apenas para atender o PIU Leopoldina? Não concordamos com isto.
Não concordo com esta construções de proporções descomunais pois a estrutura de rede elétrica, rede esgotos, vias de acessos e estacionamento. Todos os projeto com construções de edifício deveriam ser limitados e estudados antes de anunciar mais de mil apartamentos , assim conseguem evitar transtorno para empresas e moradores locais. A região necessita de áreas verde para o bem estar da população, todo o projeto deveria ser repensa
A prefeitura decidiu colocar o “carro na frente dos bois” quando apressou (sem qualquer motivo razoável) o PIU Vila Leopoldina!! Agora a prefeitura está considerando o PIU Vila Leopoldina como “aprovado” no PIU Arco de Pinheiros!! Isso não faz sentido na medida que o PIU Vila Leopoldina possui erros gravíssimos de concepção tais como: 1 – Análise econômico-financeira superficial e amadora com altíssimo risco de graves danos ao erário 2 – Gravíssima supressão de área demarcada como ZEIS (cerca de 14 mil m²) no local onde estão as favelas da Linha e do Nove (ISSO É MUITO GRAVE!!!!!!!) 3 – Desrespeito a lei que pressupõe que as famílias sejam reassentadas dentro do Perímetro de Intervenção 4 – Minimização da grave contaminação do Terreno da SPTRANS (ZEIS 3) que demandará: 4.1 altos valores e recursos do erário para descontaminá-lo; e 4.2 longuíssimo tempo de planejamento/projeto, execução, efetiva descontaminação e/ou remediação para obtenção da autorização legal (Cetesb) 5 – Ocultação de um cronograma realista que NÃO prevê uma data alvo factível para início da construção das HIS (em função da complexidade envolvida no terreno contaminado) 6 – Altíssimo grau de judicialização (o que atrasaria e/ou inviabilizaria o atendimento das iminentes demandas sociais e a implosão do PIU Vila Leopoldina e, consequentemente, de parcela do PIU Arco de Pinheiros) 7 – Planejamento a portas fechadas, execução acelerada, afobada e exclusão à revelia dos Cenários B, C, D e E por parte da prefeitura 8 – Inexistência de diálogo legítimo por parte da SP-URBANISMO e Proponentes com mais de 90% da Comunidade que mora e trabalha na Vila Leopoldina (grande parte do público impactado foi ignorado!!!) 9 – Equipamentos sociais com visão de curtíssimo prazo versus a necessidade de equipamentos sociais estruturantes para o TODO bairro com visão de longo prazo 10 – PIU Leopoldina estar separado ou apartado do PIU Arco de Pinheiros, ou seja, colocaram o “carro na frente dos bois”. Será um acúmulo de erros por parte da prefeitura se não colocar as coisas em ordem normal!! Além disso a prefeitura precisa se esforçar um pouco para não transparecer seu tamanho interesse em privilegiar interesses econômicos de alguns poucos grupos privados.
Por meio do mapeamento do PIU Arco Pinheiros pressupõe-se que a Prefeitura está considerando o PIU Vila Leopoldina como aprovado. Mas esse projeto nem mesmo é um projeto de lei. Qual a sustentação urbanística e jurídica para esse caso? - Por qual motivo o PIU Vila Leopoldina não foi incorporado ao PIU Arco Pinheiros (que é mais abrangente)? Não seria um equívoco aprovar um PIU menor em primeiro plano? - Por que foi modificado os eixos verdes previstos inicialmente no PIU Arco Pinheiros que eram muito mais eficazes, apenas para atender o PIU Leopoldina? Não concordamos com isto. - Por que o projeto do PIU Arco Pinheiros não está indicando a presença das áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit? Ao desprezar essas áreas o projeto do PIU Arco Pinheiros está de fato suprimindo +14.000 m2 de área que hoje é ZEIS? - Qual de fato será o futuro do CEAGESP, principal atividade comercial da região? A Prefeitura não teria planos para que o terreno recebesse um polo tecnológico? Por que adensar populacionalmente este trecho sem estudos aprofundados de impacto? - Por qual motivo o PIU Arco Pinheiros não está considerando as áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit, enquanto demarca todas os demais assentamentos precários em laranja?
*** ATENÇÃO, ATENÇÃO, ATENÇÃO *** A prefeitura está provocando um erro grave neste projeto PIU Arco Pinheiros pois não está indicando a presença das áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit!!! Não considerar tais áreas é SUPRIMIR (de maneira proposital) mais de 14.000 m2 de área que hoje é ZEIS!!! Isso é gravíssimo!!! Por favor, peço aos guardições das ZEIS para atentarem-se a isso de tal forma que os interesses econômicos de poucos grupos privados não sejam colocados na frente das iminentes demandas sociais do perímetro demarcado.
Jogo de interesses de uma empresa como a VOTORANTIN que tem como proposta esse projeto faraônico e sem explicações,pois os números que foram apresentados nessa negociação e muito estranho é surreal !!! Colocar famílias em uma área contaminada entre outros riscos ? Saindo de onde elas estão que já tem seus direitos constituídos como comércio suas próprias casas para um lugar que nem mesmo sabem todos os custos que irão ter com esse projeto sem pé nem cabeça ?Penso que deveria ter mais estudos aprofundados ao invés de ir fazendo algo sem sentindo e prejudicando a todos os moradores do bairro .Projeto puramente mascarado e político para somente beneficiar seus interesse.
Por meio do mapeamento PIU arconpinheiros a Prefeitura está assumindo que o mesmo já se encontra devidamente aprovado. Nem projeto de lei ele é! Portanto com que base jurídica o mesmo esta sendo apreciado?
Qual de fato será o futuro do CEAGESP, principal atividade comercial da região? A Prefeitura não teria planos para um polo tecnológico? Por que adensar populacionalmente este trecho sem estudos aprofundados de impacto?
Moro na Vila Leopoldina há 15 anos e vejo este PIU como uma boa oportunidade para promover um crescimento ordenado na região. Porém é fundamental que os projetos sejam efetivamente orientados ao interesse público pois a sociedade realmente demanda várias melhorias que vão além de moradia e locomoção e passam também por outras questões básicas como saúde, edução e lazer. Infelizmente vejo na essência deste PIU vários desalinhamentos e algumas questões preocupantes como por exemplo considerar a região do CEAGESP para adensamento populacional quando previamente tivemos vários posicionamentos de que a região seria utilizada para ser um polo tecnológico. O que motivou essa súbita mudança? Além disso, é difícil compreender o motivo para um termos o PIU Vila Leopoldina dentro de outro PIU mais abragente... como pode haver dois interesses públicos distintos para a mesma região? Certamente um irá interferir no outro e então não há sentido em apresentá-los e avaliá-los separadamente.
Como é publico e notório, o ex-prefeito de São Paulo que foi recentemente eleito como próximo Governador de São Paulo, fez diversas declarações afirmando que a prefeitura enviaria um projeto de construção de um polo tecnológico no terreno da CEAGESP. Por que isso não está contemplado neste projeto????????? O que houve? Desalinhamento completo e absoluto de comunicação com a população da região? O que aconteceu em tão pouco tempo para que esses planos mudassem drasticamente? Mudanças como essas, em pleno ano de eleições, justificam-se? Por favor, peço a retificação deste projeto no sentido de INCLUIR O POLO TECNOLOGICO QUE FOI AMPLAMENTE DIVULGADO E VENDIDO PARA A POPULAÇÃO DA REGIÃO!!!!!! AGORA É A HORA DE ENTREGAR DE FATO AS PROMESSAS DE CAMPANHA!!!
*** ATENÇÃO AO VERDE *** SOS VERDE *** Por algum motivo desconhecido, foram realizadas modificações relevantes nos eixos verdes previstos inicialmente no PIU Arco Pinheiros. Os eixos anteriores eram muito mais eficazes mas, de repente, ficou evidente que foram alterados para beneficiar algum grande grupo econômico que tem interesses notórios em promover uma verdadeira higienização social através do PIU Vila Leopoldina. Peço uma revisão completa e absoluta em todo projeto envolvendo áreas verdes (que seja o máximo possível e não o mínimo necessário) priorizando os interesses da população e não um único interesse de um grande grupo econômico.
Porque o PIU Leopoldina não foi incluído junto ao PIU Arco de Pinheiros ? Não faz sentido ! Seria um erro aprovar o Leopoldina ! Deveria incluir ao Arco de Pinheiros que é mais abrangente
As propostas do Arco de Pinheiros vão completamente as necessidades da nossa região. A população é contra o adensamento populacional sem estrutura! Enfrentamos sérios problemas de energia elétrica, transporte, inundações, trânsito de caminhões...não precisamos e não queremos este projeto! E a saída do Ceagesp?? Não está sendo considerado o polo tecnológico defendido agora por nosso governador?? Sou completamente contra!
Por meio do mapeamento do PIU Arco Pinheiros pressupõe-se que a Prefeitura está considerando o PIU Vila Leopoldina como aprovado. Mas esse projeto nem mesmo é um projeto de lei. Qual a sustentação urbanística e jurídica para esse caso? Por qual motivo o PIU Vila Leopoldina não foi incorporado ao PIU Arco Pinheiros (que é mais abrangente)? Não seria um equívoco aprovar um PIU menor em primeiro plano? - Por que foi modificado os eixos verdes previstos inicialmente no PIU Arco Pinheiros que eram muito mais eficazes, apenas para atender o PIU Leopoldina? Não concordamos com isto. - Por que o projeto do PIU Arco Pinheiros não está indicando a presença das áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit? Ao desprezar essas áreas o projeto do PIU Arco Pinheiros está de fato suprimindo +14.000 m2 de área que hoje é ZEIS? - Qual de fato será o futuro do CEAGESP, principal atividade comercial da região? A Prefeitura não teria planos para que o terreno recebesse um polo tecnológico? Por que adensar populacionalmente este trecho sem estudos aprofundados de impacto? - Por qual motivo o PIU Arco Pinheiros não está considerando as áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit, enquanto demarca todas os demais assentamentos precários em laranja?
o piu vila leopoldina não foi aprovado. vila leopoldina não comporta mais um adensamento populacional. As propostas do Arco de Pinheiros vão completamente contra as necessidades da nossa região. A população é contra o adensamento populacional sem estrutura! Enfrentamos sérios problemas de energia elétrica, transporte, falta de segurança, reduto de cracolandia e mendigos, inundações, trânsito de caminhões...não precisamos e não queremos este projeto! E a saída do Ceagesp?? Não está sendo considerado o polo tecnológico defendido agora por nosso governador?? Sou completamente contra!
Por meio do mapeamento do PIU Arco Pinheiros pressupoe-se que a Prefeitura está considerando o PIU Vila Leopoldina como aprovado. Mas esse projeto nem mesmo é um projeto de lei. Qual a sustentaçao urbanística e jurídica para esse caso? Por qual motivo o PIU Vila Leopoldina nao foi incorporado ao PIU Arco Pinheiros (que é mais abrangente)? Nao seria um equívoco aprovar um PIU menor em primeiro plano? Por que foi modificado os eixos previstos inicialmente no PIU Arco Pinheiros que eram muito mais eficazes, apenas para atender o PIU Leopoldina?
As propostas do Arco de Pinheiros vão completamente as necessidades da nossa região. A população é contra o adensamento populacional sem estrutura! Enfrentamos sérios problemas de energia elétrica, transporte, inundações, trânsito de caminhões...não precisamos e não queremos este projeto! E a saída do Ceagesp?? Não está sendo considerado o polo tecnológico defendido agora por nosso governador?? Sou completamente contra!
Não concordo. Como essas famílias farão para manter toda a manutenção que este empreendimento irá gerar? Se o Ceagesp vai sair da região, pq não levar as famílias próximas da nova região já que elas vivem de trabalhos originados desse mercado?
Por que o projeto do PIU Arco Pinheiros não está indicando a presença das áreas de ZEIS nas favelas da Linha e do Nove, e o Cingapura Madeirit? Sem essas áreas, o projeto do PIU Arco Pinheiros está suprimindo +14.000 m2 da área que hoje é ZEIS! A Prefeitura está considerando o PIU Vila Leopoldina como aprovado? Esse projeto nem mesmo é um projeto de lei. Qual a sustentação urbanística e jurídica para isso? Cadê a inteligência e o planejamento ao adensar populacionalmente a região sem estudos aprofundados de impacto? Por que o PIU Vila Leopoldina não foi incorporado ao PIU Arco Pinheiros, que é mais abrangente? É um grande erro aprovar um PIU menor em primeiro plano! Cadê o tão falado polo tecnológico para a área do CEAGESP? Qual será o futuro da CEAGESP? Por que foram modificados os eixos verdes do original PIU Arco Pinheiros?
A cidade de São Paulo necessita frear a expansão urbana seja em áreas populosas ou não. Antes de se investir recursos públicos (que na verdade não existem), visando o aumento da população do bairro, dever-se-ia investir na melhora dos meios existentes, cujos resultados serão alcançados num prazo menor. Há de se avaliar a melhoria da mobilidade de carros e ônibus no Bairro que atravessam os rios Pinheiros, pela ponte do Jaguaré, e Tietê, pela Ponte dos Remédios, que estão super saturadas hoje, requerendo, pelo menos, mais uma via de transposição de um desses rios. Por meio do mapeamento do PIU Arco Pinheiros pressupõe-se que a Prefeitura está considerando o PIU Vila Leopoldina como aprovado. Mas esse projeto nem mesmo é um projeto de lei. Qual a sustentação urbanística e jurídica para esse caso? Por que foi modificado os eixos verdes previstos inicialmente no PIU Arco Pinheiros que eram muito mais eficazes, apenas para atender o PIU Leopoldina? Não concordamos com isto. Há de se avaliar, ainda, a limitação e saturação das linhas de transmissão elétrica que não suportarão o aumento da população da Vila Leopoldina sem investimentos nesse setor. Por que o projeto do PIU Arco Pinheiros não está indicando a presença das áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit? Ao desprezar essas áreas o projeto do PIU Arco Pinheiros está de fato suprimindo +14.000 m2 de área que hoje é ZEIS? Qual de fato será o futuro do CEAGESP, principal atividade comercial da região? A Prefeitura não teria planos para que o terreno recebesse um polo tecnológico? Por que adensar populacionalmente este trecho sem estudos aprofundados de impacto? Por qual motivo o PIU Arco Pinheiros não está considerando as áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit, enquanto demarca todas os demais assentamentos precários em laranja?
- Por meio do mapeamento do PIU Arco Pinheiros pressupõe-se que a Prefeitura está considerando o PIU Vila Leopoldina como aprovado. Mas esse projeto nem mesmo é um projeto de lei. Qual a sustentação urbanística e jurídica para esse caso? - Por qual motivo o PIU Vila Leopoldina não foi incorporado ao PIU Arco Pinheiros (que é mais abrangen0te)? Não seria um equívoco aprovar um PIU menor em primeiro plano? - Por que foi modificado os eixos verdes previstos inicialmente no PIU Arco Pinheiros que eram muito mais eficazes, apenas para atender o PIU Leopoldina? Não concordamos com isto. - Por que o projeto do PIU Arco Pinheiros não está indicando a presença das áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit? Ao desprezar essas áreas o projeto do PIU Arco Pinheiros está de fato suprimindo +14.000 m2 de área que hoje é ZEIS? - Qual de fato será o futuro do CEAGESP, principal atividade comercial da região? A Prefeitura não teria planos para que o terreno recebesse um polo tecnológico? Por que adensar populacionalmente este trecho sem estudos aprofundados de impacto? - Por qual motivo o PIU Arco Pinheiros não está considerando as áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit, enquanto demarca todas os demais assentamentos precários em laranja?
Por que foi modificado os eixos verdes previstos inicialmente no PIU Arco Pinheiros que eram muito mais eficazes, apenas para atender o PIU Leopoldina? Qual de fato será o futuro do CEAGESP, principal atividade comercial da região? A Prefeitura não teria planos para que o terreno recebesse um polo tecnológico? Por que adensar populacionalmente este trecho sem estudos dos impactos e planejamento de crescimento e melhorias do bairro ? Não concordamos com isto !
Por que o projeto do PIU Arco Pinheiros não está indicando a presença das áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit? Ao desprezar essas áreas o projeto do PIU Arco Pinheiros está de fato suprimindo +14.000 m2 de área que hoje é ZEIS.
Por meio do mapeamento do PIU Arco Pinheiros pressupõe-se que a Prefeitura está considerando o PIU Vila Leopoldina como aprovado. Mas esse projeto nem mesmo é um projeto de lei. Qual a sustentação urbanística e jurídica para esse caso? - Por qual motivo o PIU Vila Leopoldina não foi incorporado ao PIU Arco Pinheiros (que é mais abrangente)? Não seria um equívoco aprovar um PIU menor em primeiro plano? - Por que foi modificado os eixos verdes previstos inicialmente no PIU Arco Pinheiros que eram muito mais eficazes, apenas para atender o PIU Leopoldina? Não concordamos com isto. - Por que o projeto do PIU Arco Pinheiros não está indicando a presença das áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit? Ao desprezar essas áreas o projeto do PIU Arco Pinheiros está de fato suprimindo +14.000 m2 de área que hoje é ZEIS? - Qual de fato será o futuro do CEAGESP, principal atividade comercial da região? A Prefeitura não teria planos para que o terreno recebesse um polo tecnológico? Por que adensar populacionalmente este trecho sem estudos aprofundados de impacto? - Por qual motivo o PIU Arco Pinheiros não está considerando as áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit, enquanto demarca todas os demais assentamentos precários em laranja?
gostaria primeiramente de saber por qual motivo o PIU Leopoldina nao foi incorporado ao PIU Arco Pinheiros se estao ao lado um do outro por que foi modificado os eixos previstos inicialmente no PIU Pinheiros, apenas para atender o PIU Leopoldina? nAO CONCORDAMOS COM ISSO Nao concordamos com o adensamento da regiao sem contrapartidas como melhorias de infraestrutura e serviços para o bairro e para os atuais moradores. por que o PIU ARCO PINHEIROS nao está indicando presenca de área ZEIS exatamente na area das favelas da linha e do Nove, e Cingapura Madeirit? -Qual de fato será o futuro do Ceagesp? estao aprovando um projeto urbanistico sem definir um projeto efetivo para o principal terreno da regiao, onde prometeram um polo tecnologico e , no projeto PIU ARCO PINHEIROS nao mostra nenhuma definiacao para esta area? como podem propor um projeto urbanistico sem definir o que se instalará na maior área/terreno deste entorno, o qual ocasionará o maior impacto de infraestrutura, social e economico???
1 - Sugerimos ampliar o número de ZEIS no território do PIU. Ampliar o número de ZEIS 3 nas áreas próximas as linhas férreas e no entorno de locais com habitação irregular. A ampliação do número de ZEIS, além de ampliar a reserva de terrenos para desenvolvimento de habitação de interesse social, amplia a oferta de terrenos, o que ajuda a controlar o custo do terreno. Esta ação contribuirá para a oferta de moradia digna para as famílias que já moram na região. 2 – Sugerimos criar certificado de potencial construtivo adicional para a produção privada de HIS em ZEIS. Criação de novo instrumento de incentivo a produção privada de HIS. O conceito é gerar, para cada empreendimento privado de HIS em ZEIS, um Certificado de Potencial Construtivo Adicional, proporcional ao número de unidades HIS 1 e 2 produzidas, que poderia ser comercializado pela empresa que produziu o empreendimento HIS para empresas que produzem empreendimentos de médio e alto padrão. As empresas que atuam no médio e alto padrão poderiam cumprir a cota de solidariedade, adquirindo este Certificado destas empresas. Com a criação deste instrumento, passa a existir um incentivo adicional a produção privada de HIS em ZEIS, pois a empresa produtora poderá rentabilizar esse Certificado, comercializando-o no mercado, melhorando o subsídio cruzado, viabilizando a produção em áreas melhor localizadas. 3 – Sugerimos a revisão das vias não implantadas, principalmente as vias sem saída ao longo das linhas férreas que impactam em restrição de gabarito para novos projetos. 4 – Sugerimos melhorar o transporte público da região, ampliando as vias com faixas exclusivas de ônibus, principalmente no eixo Rod. Raposo Tavares – Av. Escola Politécnica – Av. Jaguaré
- Por meio do mapeamento do PIU Arco Pinheiros pressupõe-se que a Prefeitura está considerando o PIU Vila Leopoldina como aprovado. Mas esse projeto nem mesmo é um projeto de lei. Qual a sustentação urbanística e jurídica para esse caso?
- Por qual motivo o PIU Vila Leopoldina não foi incorporado ao PIU Arco Pinheiros (que é mais abrangente)? Não seria um equívoco aprovar um PIU menor em primeiro plano? - Por que foi modificado os eixos verdes previstos inicialmente no PIU Arco Pinheiros que eram muito mais eficazes, apenas para atender o PIU Leopoldina? Não concordamos com isto. - Por que o projeto do PIU Arco Pinheiros não está indicando a presença das áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit? Ao desprezar essas áreas o projeto do PIU Arco Pinheiros está de fato suprimindo +14.000 m2 de área que hoje é ZEIS? - Qual de fato será o futuro do CEAGESP, principal atividade comercial da região? A Prefeitura não teria planos para que o terreno recebesse um polo tecnológico? Por que adensar populacionalmente este trecho sem estudos aprofundados de impacto? - Por qual motivo o PIU Arco Pinheiros não está considerando as áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit, enquanto demarca todas os demais assentamentos precários em laranja?
Questiono o projeto de Intervenção Urbana, proposto pela Prefeitura Municipal de São Paulo, com objetivo atrair mais de 70 mil moradores para o entorno da Vila Leopoldina e do Jaguara; pois a região não comporta tamanha densidade demográfica, não há infraestrutura suficiente no sentido de saneamento básico, transporte público, assim como vias de acesso a região. Seria uma superlotação do local. Além disso, qual de fato será o futuro do CEAGESP, principal atividade comercial da região? A Prefeitura não teria planos para que o terreno recebesse um polo tecnológico? Por que adensar populacionalmente este trecho sem estudos aprofundados de impacto?
A região não suporta os 70 mil moradores para o entorno da Vila Leopoldina e do Jaguara, na zona oeste da cidade, em aspectos como transporte público, saneamento básico, vias de acesso, e infraestrutura inviável para tal projeto. Ademais, por que motivos os eixos verdes previstos inicialmente no PIU Arco Pinheiros foram modificados, sendo que eram muito mais eficazes? Não concordamos com isto.
Por meio do mapeamento do PIU Arco Pinheiros pressupõe-se que a Prefeitura está considerando o PIU Vila Leopoldina como aprovado. Mas esse projeto nem mesmo é um projeto de lei. Qual a sustentação urbanística e jurídica para esse caso? Sou totalmente contra esse projeto, isso é interesse descarado da Votorantin que esta por tras apenas de seus interesses comerciais.
O PIU Leopoldina deveria ser incorporado ao PIU Arco de PINheiros
Primeiro gostaria de Parabenizar pela iniciativa de intervenção. Muito importante para essa região. No entanto, alguns pontos devem ser considerados, como por exemplo, o risco de adensamento populacional desordenado a ponto de comprometer a mobilidade e saúde no bairro, visto TB a mudança dos eixos de áreas verdes. E a saída do Ceagesp considerada certa não é precoce demais? Temos solicitação de Tombamento de Patrimônios na área do Ceasa, não vejo os mesmos no Mapa. E mais, em explanação da SP Urbanismo ao Conselho Participativo da Lapa foi dito que o PIU Leopoldina "representa 10% do PIU Arco de Pinheiros" e pq não é tratado dessa forma nessa apresentação? Vários pontos não ficam claros durante essa Consulta. Inclusive aqui reitero um pedido de que todo o caderno administrativo do PIU Leopodina seja digitalizado, pois até agora não está disponível como disseram que estaria no início desse ano. A Intervenção é sim muito importante, mas tem que haver mais transparência nas informações e envolvimento de Representantes dos bairros envolvidos nesse projeto. Uma intervenção Urbana só é efetiva ao meu ver se for para atender as demandas da população local, e melhorar qualidade de vida, mobilidade e segurança baseada em uma política de governança sólida. Esse tem que ser o início desse racional, e jamais em detrimento disto atender os interesses da gestão da ocasião.
Não faz sentido utilizarem o Ceagesp para adensamento populacional em uma região que esta carente de tanta infraestrutura e principalmente oportunidades de empregos. Os moradores do bairro precisam sair da região para buscar empregos ou se deslocarem para trabalhar. Porque não seguem com os planos do Doria (ex-Prefeito e futuro Governador) de criar um polo tecnológico ali no CEAGESP e com isso provocar um verdadeiro desenvolvimento estruturado desta região?
Por meio do mapeamento do PIU Arco Pinheiros pressupõe-se que a Prefeitura está considerando o PIU Vila Leopoldina como aprovado. Mas esse projeto nem mesmo é um projeto de lei. Qual a sustentação urbanística e jurídica para esse caso? Por qual motivo o PIU Vila Leopoldina não foi incorporado ao PIU Arco Pinheiros (que é mais abrangente)? Não seria um equívoco aprovar um PIU menor em primeiro plano? Por que foi modificado os eixos verdes previstos inicialmente no PIU Arco Pinheiros que eram muito mais eficazes, apenas para atender o PIU Leopoldina? Não concordamos com isto. Por que o projeto do PIU Arco Pinheiros não está indicando a presença das áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit? Ao desprezar essas áreas o projeto do PIU Arco Pinheiros está de fato suprimindo +14.000 m2 de área que hoje é ZEIS? Qual de fato será o futuro do CEAGESP, principal atividade comercial da região? A Prefeitura não teria planos para que o terreno recebesse um polo tecnológico? Por que adensar populacionalmente este trecho sem estudos aprofundados de impacto? Por qual motivo o PIU Arco Pinheiros não está considerando as áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit, enquanto demarca todas os demais assentamentos precários em laranja?
Gostaria de parabenizar a prefeitura por essa iniciativa estruturante de nossa cidade!! Acredito que o PIU Arco Pinheiros será uma maravilhosa oportunidade de pensar o ordenamento do perímetro a que se refere. Um ponto que me deixou muito surpreso e que considera falho, senão até mesmo ilegal, é o fato de o PIU Arco Pinheiros mencionar o PIU Vila Leopoldina reservando já uma área para ele. Ou seja, a prefeitura considera que o PIU Vila Leopoldina vai ser aprovado tal como proposto pelo Grupo Votorantim??? Mas como pode ser isso se ainda não foi sequer gerado o projeto de lei para o PIU Vila Leopoldina?? Além disso, o PIU Vila Leopoldina deixou muito claro que existem inumeras falhas, desde o planejamento economico-financeiro até a ordenação urbanistica que foram desenhadas para benefício apenas do proponente, e prejuízo das comunidades da região e do erário público. Por que então essa iniciativa abrangente e virtuosa que é o PIU Arco Pinheiros está assumindo e reservando uma área para o PIU Vila Leopoldina??? É legal reservar uma área para um PIU que foi proposto apenas por um particular que tem terreno na região (Votorantim) quando podemos agora discutir um projeto abrangente para beneficiar a todos??? Qual é a base legal que permite à prefeitura desincentivar propostas para a área do PIU Vila Leopoldina, retirando essa área da discussão e já destinando ao interesse do proponente (Votorantim)??? Por que é que os eixos verdes do PIU Arco Pinheiros foram mudados apenas para se adequar ao proposto no PIU Vila Leopoldina que interessa apenas ao Grupo Votorantim e não à população da Vila Leopoldina??? O Movimento Vila Leopoldina para Todos, formado por mais de 6 MIL pessoas da Vila Leopoldina não compactua com essa visão. Qual o embasamento urbanistico e jurídico para se privilegiar a visão do proponente privado (Votorantim) em prejuízo de todo o resto da população??? Todos os moradores da Vila Leopoldina sabem que existem 2 favelas do lado do CEAGESP e cujas familias dependem do CEAGESP. Por que não foram retratadas no PIU Arco de Pinheiros as ZEIS da Favela da Linha e da Favela do Nove (portão nove do CEAGESP)??? O PIU Vila Leopoldina que foi proposto pelo Grupo Votorantim, proprietário de terreno ao lado das Favelas propõe ELIMINAR mais de 14 MIL m2 de área de ZEIS dessas favelas e jogar os moradores para outra parte do bairro. A Prefeitura ao não mencionar as ZEIS das 2 Favelas está formalmente concordando com essa supressão de área de 2 ZEIS com mais de 14 mil m2??? O que a Prefeitura propõe que seja feito com as famílias das Favelas que dependem do CEAGESP se o CEAGESP sair de sua localização atual??? Já foi mencionado muitas vezes pelo Governador João Dória que a atual localidade do CEAGESP dará lugar a um polo tecnologico. Por que o polo tecnologico foi mencionado pelo PIU Arco Pinheiros como sendo do outro lado do rio, isto é, do lado Jaguaré e não onde se localiza o CEAGESP??? Qual a destinação pretendida pelo PIU Arco Pinheiros para a localidade do CEAGESP??? Apenas adensamento populacional??? Qual estudo de ordenamento urbano e instalação de equipamentos públicos qualificados como hospitais, escolas, corpo de bombeiros, terminais intermodais foram avaliados para escolher algo para essa área??? Em resumo, como cidadão e morador da Vila Leopoldina, acho que o PIU Arco Pinheiros tem tudo para ser uma excelente iniciativa da Prefeitura, desde que não se deixe SUBORDINAR ao interesse particular do proponente do PIU Vila Leopoldina (Grupo Votorantim).
É + UM PROJETO DO TIPO "GOELA A BAIXO" / "TOP DOWN" ... SÓ TEM FORMALIDADES PARA DIZER QUE ESTÃO OUVINDO A POPULAÇÃO ... O POVO DA VILA LEOPOLDINA PRORITARIAMENTE QUER SAÍDA DO CEAGESP ... QUER UM NÃO PRO PROJETO PIU LEOPOLDINA DO JEITO QUE ESTÁ ... ALGUÉM TEM DÚVIDA? É SÓ FAZER UM REFERENDO LÁ ... FORA ARCO DO PINHEIRO ... FORA PIU DA LEOPOLDINA / VOTORANTIM !!!
- Por meio do mapeamento do PIU Arco Pinheiros pressupõe-se que a Prefeitura está considerando o PIU Vila Leopoldina como aprovado. Mas esse projeto nem mesmo é um projeto de lei. Qual a sustentação urbanística e jurídica para esse caso? - Por qual motivo o PIU Vila Leopoldina não foi incorporado ao PIU Arco Pinheiros (que é mais abrangente)? Não seria um equívoco aprovar um PIU menor em primeiro plano? - Por que foi modificado os eixos verdes previstos inicialmente no PIU Arco Pinheiros que eram muito mais eficazes, apenas para atender o PIU Leopoldina? Não concordamos com isto. - Por que o projeto do PIU Arco Pinheiros não está indicando a presença das áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit? Ao desprezar essas áreas o projeto do PIU Arco Pinheiros está de fato suprimindo +14.000 m2 de área que hoje é ZEIS? - Qual de fato será o futuro do CEAGESP, principal atividade comercial da região? A Prefeitura não teria planos para que o terreno recebesse um polo tecnológico? Por que adensar populacionalmente este trecho sem estudos aprofundados de impacto? - Por qual motivo o PIU Arco Pinheiros não está considerando as áreas de ZEIS na Favela da Linha e do Nove + assentamentos precários do Cingapura Madeirit, enquanto demarca todas os demais assentamentos precários em laranja?
- Qual de fato será o futuro do CEAGESP, principal atividade comercial da região? A Prefeitura não teria planos para que o terreno recebesse um polo tecnológico? Por que adensar populacionalmente este trecho sem estudos aprofundados de impacto?